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Campo Grande, Domingo, 23 de Setembro de 2018

08/01/2018 13:02

Leishmaniose matou o dobro que a dengue em 2017, aponta boletim

No ano passado, 125 pessoas foram diagnosticadas com a doença transmitida pelo mosquito-palha em MS

Anahi Zurutuza
Aplicação de veneno para matar o mosquito vetor da doença é uma das formas de prevenção (Foto: Marlon Ganassin/Arquivo)Aplicação de veneno para matar o mosquito vetor da doença é uma das formas de prevenção (Foto: Marlon Ganassin/Arquivo)

A leishmaniose, doença transmitida pelo mosquito-palha, matou sete pessoas em Mato Grosso do Sul em 2017, o dobro do número de mortes causadas pela dengue, que também tem um mosquito – o Aedes aegyti – como vetor.

A dengue, entretanto, fez muito mais vítimas. No ano passado, conforme o último boletim epidemiológico divulgado pela SES (Secretaria de Estado de Saúde), 125 pessoas foram diagnosticadas com leishmaniose, enquanto 6.201 pessoas tiveram dengue, conforme dados que contabilizam os registros feitos até o dia 23 de dezembro.

Em sete anos, a leishmaniose matou 112 pessoas no Estado. Ainda segundo consta no boletim, 1.605 pessoas tivera o diagnóstico da doença.

Diferenças – Embora as duas patologias sejam transmitidas por mosquitos e por isso a principal forma de combate seja eliminar os criadouros do inseto, a dengue é causada por um vírus e a leishmaniose por um protozoário.

Para evitar a proliferação do mosquito-palha é importante não deixar acumular matéria orgânica em casa, mantendo o jardim capinado, a cerca viva muito bem aparada e o quintal limpo, por exemplo. Já ao Aedes aegypti se reproduz na água parada, portanto, qualquer reservatório deve ser eliminado.

Leishmaniose matou o dobro que a dengue em 2017, aponta boletim


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