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Campo Grande, Sexta-feira, 21 de Setembro de 2018

30/05/2017 06:50

Professores fazem paralisação e suspendem aulas da rede estadual

Priscilla Peres e Marcus Moura
No Centro, escola Joaquim Murtinho não abriu nesta terça-feira. (Foto: André Bittar)No Centro, escola Joaquim Murtinho não abriu nesta terça-feira. (Foto: André Bittar)

Escolas da rede estadual de Mato Grosso do Sul não têm aula nesta terça-feira (30), devido a paralisação dos professores e administrativos. Eles pedem reajuste de 7,64% do piso salarial nacional que tem janeiro como data-base.

As principais escolas de Campo Grande não tem aula, como a Joaquim Murtinho e o Lúcia Martins Coelho, na região central. Ambas não abriram nesta terça-feira.

A paralisação de hoje é realizada pela Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de MS) e os professores devem se reunir a partir das 8h na rotatória da avenida Afonso Pena com o Parque dos Poderes, para um ato em frente a secretaria estadual de Educação.

A Federação tem 25 mil profissionais sindicalizados e 362 escolas foram convocadas a parar, mas ainda não se sabe quantos aderiram a paralisação que também atinge os 68 municípios do interior.

Conforme a Fetems, o aumento é assegurado pela Lei 11.738/2008, a chamada Lei do Piso, e pela Lei Complementar Estadual n.º 200/2015. A Federação reclama ainda da não incorporação de abono de R$ 200,00 no salário dos servidores administrativos da Educação.

Houve uma reunião na noite de ontem entre profissionais da Educação e representantes do Governo do Estado, que terminou com a garantia de que todos educadores que trabalham a partir de 20h semanais recebam o piso nacional.

O secretário estadual de Administração, Carlos Alberto de Assis, apresentou proposta que prevê a todos os professores da ativa a garantia de continuarem recebendo no mínimo um salário equivalente ao piso nacional, onde está prevista jornada de 40h semanais.

Foi proposta ainda a repactuação dos prazos para aplicação de reajuste sobre a Lei do Piso, com prorrogação para 2018, em virtude da queda da receita estadual, bem como da necessidade de as contas estaduais se submeterem à Emenda Constitucional 77, de 18 de abril de 2017, que trata do limite de gastos.

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