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Em Pauta

Breve história dos buracos negros. Da prisão ao racismo

Por Mário Sérgio Lorenzetto | 24/04/2024 10:00
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"Ministra Anielle Franco diz que a palavra buraco negro é racista", estamparam os jornais há pouco dias. Existe alguma relação desse fenômeno e de sua história com o ódio aos negros? O que acontece é que o limite máximo da velocidade da luz está em 299.729.458 metros por segundo. Um buraco negro, em teoria, teria uma velocidade superior à da luz. A luz ficaria presa em um buraco negro e por isso não podemos ver como ele seria por dentro. É apenas isso, um fenômeno celestial de extrema velocidade. E só.


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A prisão dos soldados ingleses.

A palavra buraco negro foi criada pelo físico Robert Henry Dicke, inspirado no relato histórico ocorrido em 20 de junho de 1.756 em Calcutá, na Índia.  No Forte William, dessa cidade,  os soldados ingleses resistiram com tenacidade o assédio das forças hindus de Nawala de Bengala. No final, como narrado pelos ingleses, ocorreu um cerco infernal em que eles escaparam com vida como puderam. Quando o forte foi tomado, os europeus sobreviventes foram levados ao calabouço. Eram celas imundas. Espaços diminutos que eles denominaram "buraco negro".


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Da prisão à astrofísica.

Dessa maneira, o físico norte-americano Robert Henry Dicke identificou os corpos dos prisioneiros esmagados no calabouço com a matéria comprimida das estrelas. Afirmou o norte-americano: "uma montanha de matéria que não podemos ver de forma direta porque nem sequer a luz pode escapar dela". A ideia é, portanto, de esmagamento e não de cor de pele.

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