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Em Pauta

Uma derrota conta a história da mudança da cor da camiseta da seleção

Por Mário Sérgio Lorenzetto | 12/06/2026 07:00
Uma derrota conta a história da mudança da cor da camiseta da seleção

O único país com presença em todas as Copas do Mundo jogou os quatro primeiros Mundiais com camisetas brancas. Branca também era a pele de quase todos os  jogadores desses eventos iniciais. Também era branca a cor da camiseta durante a derrota para a seleção do Uruguai que deixou o país em lágrimas em 1.950. O “Maracanazo”, como é até hoje denominada essa vergonhosa derrota fez a CBD, então a entidade máxima de nosso futebol, mudar a cor da camisa.


Uma derrota conta a história da mudança da cor da camiseta da seleção

Qualquer cor da bandeira.

Esse golpe fez com que a CBD promovesse um concurso para mudar a cor da camiseta. O único requisito era que ela deveria ter uma das quatro cores da nossa bandeira. A amarela ou “canarinha” debutou com uma vitória sobre o México, na Suíça em 1.954. Quatro anos depois, na Suécia, a amarela venceu. Era só o inicio. Tornou-se, nas Copas seguintes, na indumentária mais exitosa da história do futebol com cinco títulos.


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As estrelas do campeão.

No Mundial disputado na Alemanha em 1.974 nascia outra tradição: o Brasil mostrou pela primeira vez as três estrelas que aludiam seus três títulos: Suécia 1.958, Chile 1.962 e México 1.970. Foi copiado pela França, Itália, Alemanha e Argentina. O Uruguai ostenta quatro estrelas em seu uniforme. É um exagero que ninguém respeita. Os uruguaios conquistaram efetivamente dois Mundiais, a eles somam duas vitórias em Olimpíadas.

 

Os artigos publicados com assinatura não traduzem necessariamente a opinião do portal. A publicação tem como propósito estimular o debate e provocar a reflexão sobre os problemas brasileiros.