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09/02/2013 15:52

Em véspera de matinês, o que mais sai é fantasia para a criançada

Mariana Lopes
Na São Gonçalo, a pequena Hayla escolheu a fantasia para brincar a matinê amanhã (Fotos: Luciano Muta)Na São Gonçalo, a pequena Hayla escolheu a fantasia para brincar a matinê amanhã (Fotos: Luciano Muta)

A festa mais popular do Brasil chegou, mas o clima de Carnaval em Campo Grande não acompanha muito o ritmo da folia. Sem os tradicionais bailes nos clubes, é perceptível que a data esfriou, e a situação reflete também no comércio. Nas lojas, o que salva é a venda de acessórios e fantasias para a criançada.

Na véspera das matinês, o movimento nas lojas do centro da Capital não foi muito grande na manhã deste sábado. “Está igual ao ano passado, não foi ruim, mas não foi bom”, diz a proprietária da Anima Fest, Carolina Guimarães.

Ela afirma que o que mais saiu foram as fantasias infantis, que variam o preço de R$ 30 a R$ 300. “São as mais luxuosas, mas temos poucas destas no estoque”, comenta.

Vestida de abelinha, a pequena Hayla, de 4 anos, já estava pronta para cair na folia pela primeira vez. “É bom incentivar essa coisa de fantasia, ela estava na expectativa para escolher a dela”, conta o pai, Alessandro Carvalho da Fonseca, 37 anos.

Além das matinês, que acontecem no domingo e na terça-feira de Carnaval, as escolas também garantiram a festa para a garotada na sexta-feira. “Desde quinta as vendas de fantasias, serpentinas e confetes aumentaram, que é o dia que antecede as festinhas dos colégios”, conta a supervisora da loja São Gonçalo, Maria Cristina da Silva.

Cléo mostra o fetilho que resistiu ao tempoCléo mostra o fetilho que resistiu ao tempo

Saindo da loja com a sacola cheia de artigos carnavalescos, Daniele Magalhães Dutra, de 26 anos, confessa que os adereços não são para brincar no clube, mas sim em casa. “Vou fazer a festa de aniversário do meu filho com tema de circo e aproveitar o clima de Carnaval”, conta.

Mas apesar do movimento considerado bom, a supervisora da São Gonçalo afirma que a loja não precisou repor o estoque agora no Carnaval. “Trabalhamos com isso o ano inteiro praticamente, então tínhamos bastante coisa guardada”, diz.

Na Casa dos Aviamentos, que antigamente já lucrou muito com as festas carnavalescas, hoje o estoque de adereços é do que sobrou de anos anteriores. “Tem acessório aqui que tem 40 anos, o Carnaval em Campo Grande não existe mais”, comenta a proprietária Cléo Nogueira, com certa nostalgia dos tempos de quando o Carnaval levava centenas de foliões fantasiados aos clubes.

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