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Campo Grande, Quarta-feira, 22 de Novembro de 2017

20/01/2017 15:32

MS está entre os 4 estados que menos perderam empregos formais em 2016

Paulo Nonato de Souza
Empregos com carteira assinada em Mato Grosso do Sul tiveram queda menor em 2016 na comparação com outros Estados (Foto: Arquivo)Empregos com carteira assinada em Mato Grosso do Sul tiveram queda menor em 2016 na comparação com outros Estados (Foto: Arquivo)

Mato Grosso do Sul, Goiás, Santa Catarina e Rio Grande do Sul são os estados que tiveram quedas menores no nível de empregos formais em 2016, com percentuais entre 0,22% e 2,09%, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (20) pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego).

Roraima aparece com resultado positivo na criação de empregos formais no ano passado. O estoque de vagas passou de 51.662 em dezembro de 2015 para 51.746 em dezembro de 2016 – uma alta de 0,16%.

Mato Grosso do Sul fechou 2016 com estoque de 20.179 vagas de empregos formais, menos 7.797 vagas em relação ao fechamento no ano anterior. Na comparação de 2015 e 2016, o estado teve perda de 0,22% dos postos de trabalho.Ainda no Centro-Oeste, Goiás registrou queda de 1,6%.

Já no Sul, Santa Catarina teve redução de 1,63% do estoque de vagas na mesma comparação, e o estado do Rio Grande do Sul vem na quinta posição com redução do 2,09% do estoque de postos de trabalho em 2016, em relação ao ano anterior.

"Mato Grosso do Sul, Goiás, Santa Catarina e Rio Grande do Sul são os estados que menos sofreram com a crise em 2016", diz nota divulgada esta tarde pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

No geral, segundo o MTE, o mercado de trabalho no Brasil encolheu em 1,32 milhão de vagas no ano passado. Em números absolutos a queda foi menor que em 2015, quando o saldo negativo foi de 1,53 milhão de vagas de trabalho.

Estimativas divulgadas pelas empresas de consultoria, a Tendências e GO Associados, apontam que só a partir de 2021 o Brasil deverá recuperar o nível de estoque de empregos formais do final de 2014, quando o país vivia uma situação considerada de quase pleno emprego.

De acordo com os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho, desde janeiro de 2015 o Brasil perdeu 2,07 milhões de vagas com carteira assinada.

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