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Esportes

Às vésperas de final, Guanandizão passa por testes de biossegurança contra covid

Com capacidade, arquibancadas e cadeiras vão receber 600 pessoas no que será o primeiro evento esportivo com público

Por Paula Maciulevicius Brasil e Laiane Paixão | 28/10/2020 10:23
Às vésperas de reabertura, manhã foi de testes inclusive da posição do público intercalando cadeiras e fileiras. (Foto: Silas Lima)
Às vésperas de reabertura, manhã foi de testes inclusive da posição do público intercalando cadeiras e fileiras. (Foto: Silas Lima)

A manhã foi de testes de biossegurança no ginásio Guanandizão, que recebe a partir desta sexta-feira, a final da Supercopa de Vôlei de 2020. Com capacidade reduzida a 10%, arquibancadas e cadeiras vão receber 600 pessoas no que será o primeiro evento esportivo com público realizado no País.

Trabalhadores da Funesp (Fundação Municipal de Esporte) e da Vigilância Sanitária Municipal passaram a manhã testando o plano de biossegurança, que prevê distanciamento entre o público, além de passar pelo teste rápido de covid-19.

Trabalhadores também passaram por teste de covid-19. (Foto: Silas Lima)
Trabalhadores também passaram por teste de covid-19. (Foto: Silas Lima)

Os próprios funcionários testavam: a cada pessoa sentada é preciso contar duas cadeiras vazias para que outra pessoa seja acomodada. As fileiras também serão intercaladas: a cada fileira ocupada, a próxima deve ficar vazia.

Para entrar será preciso aferir a temperatura e passar álcool em gel, além de usar a máscara. Não terá venda de bebidas nem de alimentos.

Todos os que vão participar do evento, incluindo quem trabalha, parte técnica e jogadores serão submetidos ao teste rápido de covid.

Coordenador técnico do evento, Rodrigo Miranda, diz estar bastante otimista e ansioso. "É uma responsabilidade muito grande, teremos nos primeiros dias atletas que estarão nas Olimpíadas, por isso precisamos seguir tudo com muita segurança", ressaltou.

Display com álcool em gel estará posicionado em cada entrada do estádio. (Foto: Silas Lima)
Display com álcool em gel estará posicionado em cada entrada do estádio. (Foto: Silas Lima)

Diretor-presidente da Funesp, Rodrigo Terra, cita que depois de sete anos fechado e uma obra de quase 12 meses, era preciso devolver à população um estádio novo. "Não poderia ser qualquer evento, por isso conseguimos trazer as finais da Supercopa".

Coordenador da Vigilância Sanitária Municipal, Orivaldo Moreira destacou o trabalho em equipe para realizar o evento de forma segurança. "Foi feito todo um plano de biossegurança junto com a Sesau que prevê também a presença de ambulâncias e médicos".

Além dos testes de biossegurança, o estágio passa pelos detalhes finais de limpeza, colocação de grama e ajustes no piso.

Ingressos - A entrada ao público é restrita a 600 convidados, metade deles destinados para as cadeiras e outros 300 para a arquibancada. Não haverá venda de ingressos, os 600 foram distribuídos entre convidados que fazem parte da história do Guanandizão. Todo o evento será televisionado.

Estádio recebe final da Supercopa com público de 600 pessoas. (Foto: Silas Lima)
Estádio recebe final da Supercopa com público de 600 pessoas. (Foto: Silas Lima)


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