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Campo Grande, Sábado, 07 de Dezembro de 2019

10/11/2019 08:53

De desmatamento ao mundo das fadas, Marco recebe exposições

As mostram começam no dia 14 de novembro com entrada gratuita e continuam até fevereiro de 2020

Alana Portela
A pintura da borboleta faz parte da mostra sobre o mundo das fadas (Foto: Divulgação/FCMS)A pintura da borboleta faz parte da mostra sobre o mundo das fadas (Foto: Divulgação/FCMS)

O Marco (Museu de Arte Contemporânea) recebe quatro exposições temporárias, em Campo Grande. As mostras começam na quarta-feira (13), 19h30, e continuam até dia 2 de fevereiro, com entrada franca. Os temas são diferenciados e inicia pelo mundo das fadas, passa pela natureza, depois desmatamento e ainda tem a homenagem à Lídia Bais.

“Maravilhando Fabulações de mãos dadas com uma Fada” é o trabalho da Andréa Brächer. Ela é gaúcha e mistura a fotografia com a literatura para apresentar o lado da realidade e das fantasias. A artista mostra que às duas partes conseguem produzir uma linguagem simbólica e trabalhar a ficção.

Na mostra, Andréa apresenta técnicas diferentes de fotografias, usando trabalhos fotográficos históricos e contemporâneos, produzidos a partir das técnicas de photogenic drawing ou desenho fotogênico, marrom van dycke e cianótipos.

“A, Ar, Árvore ll” é outra mostra que estará disponível no Marco. A exposição da artista, Lúcia Martins Coelho Barbosa aborda questões ambientais. Ela transforma o desenho em círculos reais de uma árvore destruída, em uma instalação interativa “Pedra Vegetal”. A artista brinca com a possibilidade de pular um rio sem que o rio exista. Tem pinturas e fotografias.

A pintura mostra a terra e tenta retratar o desmatamento (Foto: Divulgação/FCMS)A pintura mostra a terra e tenta retratar o desmatamento (Foto: Divulgação/FCMS)

O desmatamento também é abordado na exposição “Quando a Geometria chega à Floresta”. O trabalho do boliviano, Leoni Manrique, mostra a terra através de pinturas geométricas. Com os pincéis, ele consegue retratar o extrativismo, superprodução e desflorestamentos gerados pelo consumismo.

Os visitantes ainda podem conferir a mostra “As descendentes de Lídia”. A exposição é em homenagem à Lídia Bais e revela a expressão da subjetividade de ver e entender o mundo, e as relações femininas. O trabalho foi realizado em grupo, pelos artistas; Ana Carolina Sandim; Isabê; Fernanda Reis; Joyce Gomes; Kim Weiss e Marcia Albuquerque.

A mostra envolve fotografia, pintura, desenho, colagem, instalação artística, objetos cotidianos e diferentes ações propositivas.

Serviço - O Marco fica na Rua Antônio Maria Coelho, nº 6000, no Parque das Nações Indígenas. As visitações podem ser feitas de terça a sexta, das 7h30 às 17h30. Sábados e domingos das 14 às 18 horas.

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As descendentes de Lídia e as relações femininas (Foto: Divulgação/FCMS)"As descendentes de Lídia" e as relações femininas (Foto: Divulgação/FCMS)
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