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Sabor

Aliviar a fome na Expogrande este ano custa de R$ 10 até R$ 349

Entre as opções tem pipoca, espetinho, pastel, crepe, pacu recheado e camarão empanado com risoto

Por Clayton Neves | 10/04/2026 07:37

Para aliviar a fome, quem circula pela Expogrande deste ano tem opções com preços que vão desde “deizão” até mais de R$ 300. No primeiro dia da exposição agropecuária, realizada no Parque de Exposições Laucídio Coelho, não faltaram alternativas que vão do tradicional “dogão”, com preço acessível, até pratos mais elaborados com frutos do mar.

Entre as opções mais simples, o vendedor Ricardo Ferreira de Carvalho apostou no clássico lanche popular. “Hoje estamos só com uma opção, o dogão de R$ 10. É para todo mundo”, explica. O lanche vem com duas salsichas, molho, maionese, ketchup e mostarda. Animado com o movimento, ele resume o primeiro dia: “Top demais, amanhã vamos ter que dobrar a meta”.

Aliviar a fome na Expogrande este ano custa de R$ 10 até R$ 349
Espetinho simples custa R$ 18 e a jantinha sai a R$ 30. (Foto: Paulo Francis)

Também na linha dos preços mais acessíveis, a pipoca segue como queridinha do público. A vendedora Rafaela Cabral conta que os valores variam entre R$ 15 e R$ 25. “A que mais sai é a de R$ 20, que é a intermediária”, afirma. As opções incluem pipoca doce e salgada com queijo. Segundo ela, o movimento surpreendeu logo na abertura. “Está ótimo, bem movimentado. Já vendemos mais de 100 pacotinhos”, diz.

Já para quem prefere algo mais reforçado, os espetinhos e jantinhas aparecem como alternativa. A vendedora Maria Eduarda explica que o espetinho tradicional custa R$ 18, enquanto a jantinha, com arroz, vinagrete e mandioca, sai por R$ 30. “A jantinha é a que mais está saindo”, comenta. Sobre o primeiro dia, ela avalia como positivo. “Está tranquilo, o movimento está bom”, detalha..

Aliviar a fome na Expogrande este ano custa de R$ 10 até R$ 349
Crepe é uma das opções rápidas para matar a fome na Expogrande. (Foto: Paulo Francis)

Na ala dos lanches artesanais, a hamburgueria de Gisele Proença oferece opções que vão de R$ 30 a R$ 43. “O mais caro é o com bacon, que é bem completo, e o mais simples é o burger artesanal”, detalha. Segundo ela, proposta foi atender quem busca algo mais elaborado sem sair muito do orçamento.

Outra opção bastante procurada foram os crepes e churros. O vendedor Walter Kauã explica que os crepes, com recheios como frango, carne, queijo e calabresa, custam R$ 25, e os churros variam entre R$ 15 e R$ 20. “O que mais sai é o crepe de frango”, relata. Para ele, o primeiro dia foi intenso. “Foi uma correria, mas muito bom”, afirma.

Na banca do seu Adalto Ferreira, o pastel frito na hora e com sabores variados sai a R$ 20, enquanto o lanche mais caro custa R$ 35.

Aliviar a fome na Expogrande este ano custa de R$ 10 até R$ 349
Patel ainda é um dos preferidos da galera e é vendido em vários sabores. (Foto: Paulo Francis)

Entre os sabores de inspiração internacional, o shawarma foi uma opção. A comerciante Isabela Cardoso vende o lanche em versão carne, frango ou misto, cada um por R$ 40. Servido no pão sírio com alface, tomate, molho de alho e batata frita, o misto é o preferido. “O pessoal gosta porque aproveita os dois sabores”, explica.

Para quem busca uma experiência mais sofisticada, a exposição tem restaurantes com pratos que ultrapassam os R$ 300. O empresário Cláudio Monteiro detalha que o prato mais caro do cardápio é o filé Paris por R$ 321. “São 500 gramas de filé-mignon com manteiga temperada, batata frita e arroz à parmegiana”, descreve.

Já as opções mais acessíveis começam em torno de R$ 70, com opções de entradas como batata frita especial.

Aliviar a fome na Expogrande este ano custa de R$ 10 até R$ 349
Cachorro quente de "deizão é uma das opções mais baratas. (Foto: Paulo Francis)

Segundo ele, o destaque de vendas é o camarão empanado com catupiry, servido com arroz cremoso gratinado. “É o queridinho da casa”, afirma. Para ele, o balanço do primeiro dia também foi positivo: “A expectativa está muito boa, com grande rotatividade. A casa não para”, revela.

A comida de boteco e regional também entrou na lista. Por R$ 82 dá para comprar bolinho pantaneiro com carne desfiada e queijo, e o pacu assado e recheado com farofa de couve e cebola custa R$ 349.

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