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Campo Grande, Sexta-feira, 18 de Agosto de 2017

21/06/2016 20:15

Com economia de R$ 1 bi, Reinaldo quer investir na saúde e em rodovias

Nyelder Rodrigues
Governador acredita que Estado vai se beneficiar da situação em várias setores (Foto: Fernando Antunes)Governador acredita que Estado vai se beneficiar da situação em várias setores (Foto: Fernando Antunes)

A renegociação da dívida dos estados com a União, anunciada pelo Governo Federal na segunda-feira (21) após fechar acordo com os governadores, fará com que o Mato Grosso do Sul aproximadamente R$ 1 bilhão nos próximos 24 meses, valor que segundo o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) pode ser investido na recuperação de rodovias e na área da saúde.

"Nós temos algumas rodovias que foram destruídas [durante as fortes chuvas que atingiram principalmente o sul do Estado], municípios ainda em emergência. Já investimos ali perto de R$ 70 milhões, mas ainda existem problemas", explicou o governador, em entrevista durante evento de incineração de 50 toneladas de drogas, nesta terça-feira (21).

Reinaldo reafirmou que a renegociação traz fôlego às finanças do Estado, cobrindo um déficit criado, principalmente, pela previdência, além de dar maior suporte para ações em áreas prioritárias. "Vamos fortalecer o desenvolvimento, atacar na área de saúde, apressar os investimentos para dar respostas a esses anseios da população", frisa.

Além da saúde, o governador também citou a segurança pública, a educação e a infraestrutura como áreas que podem ser beneficiadas. "Nós temos muitos projetos de infraestrutura que estavam pendentes de recursos financeiros e que agora vamos poder fortalecer investimentos para melhorar o desenvolvimento social".

O Governo de Mato Grosso do Sul pagava mensalmente R$ 108 milhões - 15% da receita líquida estadual - à União, repasse suspenso por seis meses. Só neste período, o Estado vai economizar cerca de R$ 660 milhões.

O pagamento da dívida, com descontos, começa a partir de janeiro de 2016 - o repasse será de apenas R$ 5,5 milhões -, com aumentos graduais até julho de 2018, quando a parcela cheia volta a ser cobrada.

A estimativa de economia nestes dois anos é de R$ 1 bilhão, valor com que, segundo dados apurados pelo próprio Governo, seria possível construir mais de 20 mil casas populares ou seis novos hospitais com capacidade individual de 200 leitos.




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