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Campo Grande, Sexta-feira, 18 de Agosto de 2017

08/12/2015 13:49

Comissão vai pedir manutenção de ICMS do diesel até julho de 2016

Leonardo Rocha
O presidente da comissão, Paulo Corrêa, espera que governo aceite a proposta (Foto: Wagner Guimarães/ALMS)O presidente da comissão, Paulo Corrêa, espera que governo aceite a proposta (Foto: Wagner Guimarães/ALMS)

A Comissão formada para avaliar a redução do ICMS do diesel de 17% para 12%, vai pedir ao governador Reinaldo Azambuja (PSDB) que amplie o prazo desta alíquota até julho de 2016 e desta forma possa avaliar um quadro mais amplo do consumo, ao deixar completar um ano desta nova cobrança, antes de chegar a uma decisão sobre a manutenção do imposto.

O presidente da comissão, o deputado Paulo Corrêa (PR), alegou que os números apresentados pelo governo estadual mostram que o aumento do consumo não foi o esperado, além de gerar prejuízos na arrecadação do Estado. Entretanto, ele destaca que outros fatores influenciaram nesta condição e que se precisa de um tempo maior para avaliação.

"Houve um aumento de 10%, nestes seis meses, mas temos que lembrar que é o momento mais difícil da nossa economia, em uma comparação com 2014, certamente haverá desvantagem, pois foi um ano sem problemas, por isso era importante prorrogar por mais seis meses".

Corrêa também mencionou que ainda tem a questão do pedágio na rodovia BR-163, o que fez com que muitos motoristas "desviassem" a rota do Estado, para não pagar a cobrança. "Uma viagem de Mundo Novo a Sonora, se paga R$ 160,00 de pedágio se for ida e volta, chega a R$ 320,00 , isto também conta".

O secretário adjunto, Jader Julianelli, revelou ontem (07), durante reunião da comissão, que o governo estadual perdeu R$ 23 milhões em arrecadação, após a redução da alíquota, não surtindo o efeito no consumo que a administração esperava, já que a intenção era fomentar o mercado para um incremento de 35% a 40% das vendas.




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