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Campo Grande, Terça-feira, 19 de Setembro de 2017

11/09/2017 12:40

Frente parlamentar tenta reduzir casos de violência contra idosos em MS

Grupo formado por deputados e lideranças ainda defende a criação de uma delegacia especializada

Leonardo Rocha
Frente Parlamentar discute projetos voltados aos idosos, na Assembleia (Foto: Wagner Guimarães/ALMS)Frente Parlamentar discute projetos voltados aos idosos, na Assembleia (Foto: Wagner Guimarães/ALMS)

A Frente Parlamentar criada na Assembleia para defender os direitos dos idosos, busca por meio de projetos, políticas públicas e campanhas, reduzir o número de casos de violência contra pessoas acima de 60 anos, em Mato Grosso do Sul, com a criação inclusive de uma delegacia especializada.

Na última reunião do grupo político, a gerente técnica do Núcleo de Prevenção de Violências e Acidentes da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde Pública), Maria Sueli Mendes Nogueira, apresentou dados alarmantes em Campo Grande, onde foram atendidos 398 idosos no ano passado, vítimas de algum tipo de violência.

“A violência contra o idoso é um problema de grande relevância para a saúde pública, uma vez que adoece, machuca, causa debilidades, problemas emocionais e afeta a saúde integral do idoso. Qualquer pessoa que observar uma violência contra o idoso deve comunicar para a polícia", disse a gerente.

Ela ainda confidenciou que a maioria dos casos ocorre na própria residência dos idosos. Para o presidente da Frente Parlamentar, o deputado Renato Câmara (PMDB), o fornecimento de dados tanto da área de saúde, como da segurança, são importantes para discutir o tema e exigir providências das autoridades.

"Estamos cobrando mais uma vez a criação da delegacia especializada em defesa do direto das pessoas idosas”, disse o peemedebista. Outro objetivo do grupo é criar uma coordenadoria dos direitos da pessoa idosa, além de pedir políticas e projetos específicos voltadas a pessoas com Alzheimer.

“Nós precisamos do levantamento dos dados estatísticos aqui de Mato Grosso do Sul. Temos que saber quantas pessoas estão com Alzheimer no Estado, porque só assim poderemos fazer uma política pública eficaz”, disse o presidente da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz), Marco Polo Siebra.




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