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Campo Grande, Quinta-feira, 17 de Agosto de 2017

11/08/2014 11:11

Hospital municipal dependerá de aval de Brasília, diz Olarte

Kleber Clajus
Destino de área de 15 hectares precisa de aval da União para ser convertido em hospital e terminal de ônibus (Foto: Marcelo Calazans)Destino de área de 15 hectares precisa de aval da União para ser convertido em hospital e terminal de ônibus (Foto: Marcelo Calazans)

Com previsão orçamentária de R$ 100 milhões, o Hospital Municipal só deve sair do papel após conseguir aval para doação de área entre as Avenidas Tamandaré e Euller de Azevedo, em Brasília. A informação é do prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte (PP).

“É uma área grande e se fosse um patrimônio menor resolveria aqui mesmo, mas vamos resolver em Brasília”, disse Olarte, durante retomada de convênio com a Águas Guariroba para proteção de mananciais na Capital.

O trâmite envolve a aquisição de 15 hectares de área pertencente a União e jurisdicionada ao CMO (Comando Militar do Oeste). No local devem ser construídos hospital com 250 leitos, além de um terminal de ônibus. A área, considerada estratégica, estaria em negociação com proposta de permuta para construção de casas destinadas a militares.

Com empenho de R$ 7,7 milhões, no ano passado, o projeto anunciado pelo ex-prefeito Alcides Bernal (PP) não saiu do papel. Ao todo se prevê investir R$ 112 milhões na estrutura, sendo R$ 41 milhões assegurados por emenda da bancada federal.

Plano “B” - Enquanto a obra não tem início, a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) arrendou o Hospital Sírio Libanês, na semana passada, com o objetivo de reforçar o atendimento pediátrico na Capital. Ao todo serão pagos R$ 193 mil pelo prédio e equipamentos, refletindo investimento anual de R$ 24 milhões quando somados custos operacionais e com pessoal.

Na prática, a unidade deve abrir as portas somente em setembro. Isso porque, de acordo com Olarte, são necessários “ajustes” no prédio. Ele também ressaltou que a previsão sempre foi de 30 dias, contados após a assinatura do contrato com o Grupo Hospitalar El Kadri, dono da estrutura localizada na Avenida Afonso Pena.

Pela proposta, serão disponibilizados na primeira fase do hospital cinco pediatras, em três turnos, para atendimento ambulatorial. Já em dezembro, está prevista ativação de 100 leitos, sendo 40 para crianças e 60 para adultos destinados a melhor distribuir os pacientes nas unidades de saúde.




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