Mulheres ganham voz e protagonismo em ato político de Gerson Claro
Mônica e Kátia destacam interesse feminino pela política e defendem maior participação nas decisões eleitorais

A participação feminina ganhou destaque em encontro político promovido pelo deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Gerson Claro, candidato à reeleição. Ao lado de lideranças comunitárias e representantes de diferentes setores, a primeira-dama de Mato Grosso do Sul, Mônica Riedel, e a esposa do parlamentar, Kátia Claro, defenderam maior envolvimento das mulheres na campanha eleitoral e nas decisões políticas.
RESUMO
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Kátia Claro afirmou que a presença registrada no evento demonstra que as mulheres estão cada vez mais interessadas em compreender e discutir os rumos da política.
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“As mulheres compareceram e estão cada vez mais dispostas a ouvir falar sobre política. Todas nós entendemos que precisamos estar na política, porque é ela que muda a vida das pessoas”, declarou.
A fala resume um movimento que ultrapassa a presença em reuniões partidárias. As mulheres querem conhecer os candidatos, discutir propostas e participar diretamente das escolhas que afetam suas famílias, suas comunidades e o Estado.
Mônica Riedel disse ter ficado surpresa com a mobilização feminina e com a disposição das participantes para defender os projetos políticos nos quais acreditam.
“Tive a grata surpresa de ver tantas mulheres interessadas em falar e ouvir sobre política e, principalmente, em defender os candidatos em quem acreditam. Quando a gente quer uma coisa, tem que correr atrás”, afirmou.
Durante sua manifestação, a primeira-dama defendeu as candidaturas de Gerson Claro à Assembleia Legislativa e do governador Eduardo Riedel à reeleição. Segundo ela, o encontro também permitiu apresentar o trabalho realizado pelos dois durante os atuais mandatos.
Para Mônica, as participantes saíram da reunião preparadas para ampliar o debate fora do ambiente partidário. “Elas estão prontas para fazer essa multiplicação, divulgar aquilo em que acreditam e o trabalho que foi realizado”, disse.
A advogada Flávia Caloni Gomes, vice-presidente da Associação de Pais e Amigos dos Autistas de Campo Grande (AMA-CG), avaliou que encontros dessa natureza ajudam a aproximar as mulheres da política.
“Foi um momento de muita troca, de ouvir histórias e perceber o quanto nós, mulheres, temos vontade e capacidade de participar mais. A política precisa da nossa voz, das nossas ideias e da nossa participação”, afirmou.
Segundo Flávia, uma mulher que decide participar também encoraja outras a ocupar espaços historicamente dominados pelos homens. “Quando uma mulher participa, ela incentiva outras mulheres a fazerem o mesmo”, completou.
A servidora pública e liderança comunitária da região do Segredo, Monica Fardim da Silva, acredita que as eleições de 2026 encontrarão mulheres mais mobilizadas e dispostas a cobrar mudanças.
“As mulheres vêm com mais força e mais garra. Estão prontas para exigir mudanças e acompanhar os projetos dos candidatos”, declarou. Ela destacou áreas como saúde, educação e infraestrutura, que atingem diretamente o cotidiano das famílias.
A presença feminina em eventos eleitorais é importante, mas precisa avançar para além da mobilização de campanha. O verdadeiro protagonismo será alcançado quando as mulheres também ocuparem o comando dos partidos, participarem da elaboração dos programas e tiverem condições reais de disputar mandatos.
Mulher não pode ser lembrada apenas na hora de organizar encontros, conquistar votos ou defender candidatos. Se participa da construção das vitórias, também precisa participar das decisões e do exercício do poder.

