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Campo Grande, Quinta-feira, 17 de Agosto de 2017

27/02/2014 12:29

Oposição promete trégua na Câmara e pede respeito de Bernal

Bruno Chaves e Kleber Clajus

Líder da oposição na Câmara Municipal, o vereador Airton Saraiva (DEM) afirmou, nesta quinta-feira (27), que os “ânimos” do Legislativo deram uma acalmada em fevereiro. Ele garantiu que os opositores ao prefeito Alcides Bernal (PP) têm dado uma trégua, mas pedem respeito, já que o momento de paz pode acabar.

“Decidimos acalmar esse mês para que o Executivo chame os vereadores, negocie os vetos e também veja as demandas encaminhadas às secretarias”, disse Saraiva, emendando que “com diálogo tudo vai bem, mas não na pressão”.

A referência do líder da oposição foi ao momento em que o SIM (Serviço de Inspeção Municipal) era votado, na semana passada. Houve falta de quórum. Ele justificou que os vereadores da oposição se retiraram do plenário porque não aceitavam a pressão exercida em cima de uma matéria protocolada no dia 19 de novembro de 2013.

“Se pensam em fazer encaminhamentos em pressão não vamos aceitar”, reforçou. Saraiva lembrou que novamente foram colocadas pessoas pagas e lideranças para perturbar os trabalhos na Casa de Leis e que só “com equilíbrio as coisas podem andar”.

O presidente da Câmara, vereador Mario Cesar (PMDB), também ressaltou que faltou “maior interesse do Executivo” em agilizar a tramitação do projeto, votado durante sessão itinerante, na noite de segunda-feira (25), na sede da Abrasel/MS (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes).

“Fizeram um carnaval como se a Câmara não tivesse interesse em um projeto desse nível, discutido em gestões anteriores”, disse. Mario deixou claro que a atitude dos vereadores em se retirar do plenário foi uma forma de dizer ao prefeito que é preciso respeito.

Nesse contexto, também entra a questão do prédio da Câmara que permanece pendente.

“A sessão itinerante foi realizada em uma tenda, na Morada dos Baís, com chuva, e as propostas ainda foram aprovadas. O prefeito precisa respeitar não só o posicionamento político dos vereadores, mas garantir um espaço adequado para eles trabalharem”, disse.

Mario Cesar ainda garantiu que mesmo que isso não ocorra, os parlamentares irão continuar com os trabalhos do Legislativo Municipal.




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