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Política

Orçamento recebe emendas até segunda e depois entra em pauta na Assembleia

Por Leonardo Rocha | 04/12/2013 13:56
Jerson ressalta que projeto irá receber emendas até segunda-feira e depois entra em pauta para votação (Foto: Divulgação)
Jerson ressalta que projeto irá receber emendas até segunda-feira e depois entra em pauta para votação (Foto: Divulgação)

O projeto do executivo do orçamento de 2014 que terá o crescimento de 12,77% em relação a 2013, chegando a R$ 12, 089 bilhões, irá receber emendas dos deputados estaduais até segunda-feira (9) e deve ser colocado em pauta um dia depois, na terça-feira.

“O prazo final para indicação de emendas ficará segunda e depois logo em seguida iremos colocar em pauta para ser votado, já está tudo planejado”, destacou o presidente da Assembleia, o deputado Jerson Domingos (PMDB).

O deputado Paulo Corrêa (PR) afirmou que as demandas dos municípios são muitas e que as emendas passarão pelas comissões de justiça e do orçamento para serem incluídas no texto final.

“Estamos em um momento importante que é indicar as emendas para 2014, muitos municípios esperam esta contribuição e apoio”, apontou Corrêa.

O orçamento de 2014, o último a ser executado pelo governador André Puccinelli, terá o dobro de crescimento da inflação acumulada nos 12 últimos meses em decorrência dos investimentos de R$ 3,6 bilhões previstos no programa MS Forte II, lançado nesta ano.

Apesar do crescimento expressivo, o montante ainda não inclui as receitas dos royalties do petróleo para educação e saúde, aprovadas neste ano pelo Congresso Nacional.

Setores – O maior investimento neste ano será em educação, que terá R$ 1,677 bilhão. Em relação a este ano, que finda em dezembro, quando a previsão era aplicar R$ 1,528 bilhão, haverá crescimento de 9,75%.

Já a saúde vai ficar com R$ 798,3 milhões, aumento de 8,5% em relação aos R$ 735,2 milhões. O gasto com o serviço da dívida deverá crescer 2,12% sobre os R$ 735,2 milhões.

O repasse para os municípios deve somar R$ 1,830 bilhão em 2014, alta de 8,8% em relação aos R$ 1,681 bilhão de 2013. Os repasses para os poderes devem somar R$ 1,217 bilhão, enquanto o gasto com os aposentados e pensionistas vão custar R$ 1,224 bilhão.

Os investimentos feitos pelas empresas de economia mista devem crescer 11,74%, de R$ 407,5 milhões para R$ 456,3 milhões.

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