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Campo Grande, Quarta-feira, 21 de Agosto de 2019

01/07/2019 11:44

Pedido de CPI do Ônibus é querer jogar para plateia, critica prefeito

Prefeito diz que alguns vereadores querem "apenas aparecer" faltando um ano antes da eleição municipal

Leonardo Rocha
Prefeito Marquinhos Trad (MDB) durante evento em seu gabinete (Foto: Leonardo Rocha)Prefeito Marquinhos Trad (MDB) durante evento em seu gabinete (Foto: Leonardo Rocha)

O prefeito Marquinhos Trad (PSD) diz que não teme a abertura de eventual “CPI do Ônibus”, para investigar o não cumprimento de contrato no transporte coletivo e ainda afirmou que o pedido é uma forma de “alguns vereadores aparecerem” faltando um ano para eleição, e jogar o “assunto para plateia”.

Ele citou que o transporte público melhorou e teve avanços durante sua gestão. “Ninguém teme CPI, pelo contrário, mas acho estranho o pedido, já que antes a situação já era assim, e durante nosso mandato teve melhorias”, disse o prefeito, durante assinatura de decreto, em seu gabinete.

Marquinhos questionou o motivo de alguns vereadores fazerem o pedido agora, faltando um ano para eleição, ao invés do começo ou primeiro mandato. “Alguns (vereadores) querem apenas aparecer, jogar para plateia”.

Também ponderou que cobra o que está previsto em contrato. “Eles (Consórcio) não querem arcar com gastos a mais que não estão previsto. Sobre os 55 novos ônibus, vamos tentar que ao menos 20 sejam com ar-condicionado, não posso obrigar. Já a renovação da frota nunca se teve como agora, porque não criou-se nas gestões anteriores, estas interrogações”, disse ele.

O prefeito ainda criticou questionamentos sobre sua viagem ao Líbano. “Teve vereadores que pediram para saber sobre minha passagem e hotel, mas a prefeitura não gastou nada, tenho as notas (fiscais). Pergunta pra quem pediu se ele prestou contas da viagem aos Estados Unidos ou da viagem do presidente da Câmara?”.

O pedido de CPI do Ônibus foi apresentado pelo vereador Vinicius Siqueira (DEM) durante sessão da Câmara Municipal de Campo Grande. A alegação é que o Consórcio Guaicurus não estaria cumprindo o contrato firmado com a prefeitura. A preposição já tem assinatura de André Salineiro (PSDB), Loestes Nunes (MDB), Lívio Viana (PSDB) e Loester Nunes (MDB).

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