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Política

Prefeita autoriza obras na antiga rodoviária nesta sexta-feira

Empresa tem 30 dias para começar serviço, que custará R$ 16 milhões

Por Adriel Mattos | 01/07/2022 07:18
Prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes. (Foto: Karine Matos/PMCG)
Prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes. (Foto: Karine Matos/PMCG)

A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (Patriota), assina na manhã desta sexta-feira (1º) a ordem de serviço para as obras de requalificação da área pública do Terminal Rodoviário Heitor Eduardo Laburu, desativado em 2009. A solenidade será realizada no local, às 9h.

A empresa NXS Engenharia, que tem sede na Capital, foi homologada como vencedora da licitação aberta em março e encerrada em maio. Serão utilizados R$ 15,3 milhões do Ministério do Desenvolvimento Regional, enquanto o município dará contrapartida de R$ 1,2 milhão, totalizando R$ 16 milhões.

Com os recursos liberados pela Caixa Econômica Federal e o contrato assinado, a empreiteira tem agora, por lei, 30 dias para instalar o canteiro de obras e começar o serviço.

A antiga estação rodoviária tem 30 mil metros quadrados. Construída na década de 1970, ao longo dos anos, o espaço passou por um processo de degradação que provocou o fechamento do centro comercial existente.

Antiga estação rodoviária tem 30 mil metros quadrados, mas apenas os 5 mil pertencentes ao município serão revitalizados. (Foto: Divulgação/PMCG)
Antiga estação rodoviária tem 30 mil metros quadrados, mas apenas os 5 mil pertencentes ao município serão revitalizados. (Foto: Divulgação/PMCG)

Projeto – O projeto de revitalização abrangerá as áreas públicas nos dois pisos do prédio, que somam 5,1 mil metros quadrados e a construção de 1.070,28 m², em dois andares, na Rua Joaquim Nabuco, entre as antigas plataformas de embarque e desembarque dos ônibus do transporte municipal.

O prédio vai abrigar o comando da GCM (Guarda Civil Metropolitana) e a Funsat (Fundação Social do Trabalho). Nesta parte, funcionava  as plataformas de embarque e desembarque dos ônibus intermunicipais e o piso superior, com 1.460,09 m², abrigava os guichês de venda de passagens.

Já o local das antigas plataformas externas será adaptado para se tornar um corredor de acesso à galeria e ao edifício público, transformado num grande calçadão com jardins contemplativos. A outra área pública, que margeia a Rua Vasconcelos Fernandes, onde ficava uma plataforma de transporte coletivo, será transformada em área de estacionamento no horário comercial. O piso será nivelado para se tornar um grande platô, para um espaço multiuso para eventos.

O terminal desativado ainda passará por intervenções de acessibilidade. As calçadas no entorno serão alargadas, o estacionamento em 45 graus retirado para inserção de jardins e áreas de estar com rampas. Estão previstas faixas elevadas de pedestres para controlar a velocidade dos veículos, o que vai aumentar a segurança de pedestres e ciclistas.

A proposta arquitetônica prevê ainda a reabertura das duas claraboias do projeto original e que foram fechadas ao longo dos anos, prejudicando a iluminação e a ventilação do prédio. Na reabertura dos vãos serão feitos acessos ao pavimento superior.

A antiga estação rodoviária receberá uma fachada moderna com jardins verticais, que além do componente estético, vai melhorar o isolamento térmico, reduzindo o calor na área interna e ajudando a manter a temperatura agradável no inverno. A solução também vai reduzir gastos com energia elétrica, já que será necessária menos refrigeração.

Como parte do programa Reviva Mais Campo Grande, as ruas no entorno, Dom Aquino e Barão do Rio Branco, já foram recapeadas e receberam calçadas com piso tátil e rampas de acessibilidade.

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