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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

25/01/2013 09:40

Prefeito avisa que invasores não serão contemplados em programas habitacionais

Fabiano Arruda e Luciana Brazil
Ainda sem citar nomes, prefeito reafirmou que invasões são lideradas por “oportunistas ligados a políticos”. (Foto: Luciano Muta)Ainda sem citar nomes, prefeito reafirmou que invasões são lideradas por “oportunistas ligados a políticos”. (Foto: Luciano Muta)

Os invasores que ocupam quatro áreas públicas em Campo Grande ficarão de fora de programas habitacionais a serem lançados pela Prefeitura.

A afirmação é do prefeito Alcides Bernal (PP), que comentou sobre o assunto nesta manhã enquanto participava do lançamento oficial de campanha de combate à dengue.

Segundo Bernal, em breve, a Prefeitura deve entregar casas populares em programas habitacionais para “pessoas que precisam”. Conforme ele, a legislação diz que invasores de áreas públicas não podem ser contemplados nos programas num período de dois anos.

O prefeito voltou a comentar nesta sexta que medidas judiciais para reintegração de posse serão cumpridas, mas assegurou que vai tomar cuidado para “não cometer injustiça”.

O progressista também reafirmou que as invasões são lideradas por “oportunistas ligados a políticos”, mas preferiu não citar nomes, novamente. “Áreas públicas devem ser usadas para praças, creches. Não vou admitir isso (invasões)”, afirmou.

Entenda – Campo Grande tem hoje quatro regiões invadidas. A última delas, no bairro Jardim das Hortências, região do Aero Rancho, tem 280 pessoas acampadas.

Em frente ao lixão do bairro Dom Antônio Barbosa, cerca de 400 pessoas estão acampadas desde o fim do ano passado. O novo bairro já tem até nome: Mundo Novo.

No bairro Taguarussu, na Rua Abolição, esquina com a avenida Ernesto Geisel, em frente ao shopping Norte Sul, outra área pública foi invadida. A ocupação tem revoltado os moradores da região.

E no bairro Panorama, no cruzamento da Rua Três Poderes com a Tibagi, mais de 20 famílias ocupam uma área, onde até uma igreja está sendo construída. O local é particular e está em litígio.

A maioria dos “sem-teto” diz que se está cadastrada há anos no programa de habitação da Emha (Agência Municipal de Habitação de Campo Grande), mas alega que até hoje não conseguiu uma casa.



eu sou umas delas que realmente necessito nao como uns e outros k ja tem casa e estao la dando um de coitado para garantirem mais uma casa, no meu intender, o prefeito deveria mandar uma assistente social para visitar cada familia.
 
michele santana em 27/01/2013 08:55:38
Nunca vi pessoas necessitadas chegarem no local de S10, Ranger e outros carros. Devemos separar aqueles que precisam daqueles que querem lograr benefício ilícito a custa da desgraça dos outros.
 
Roberto Domingos em 25/01/2013 21:16:44
AI POVÃO VOCES VOTARAM NELE AGORA AGUENTA, ESTE CARA É ....??!!
 
ELY MONTEIRO em 25/01/2013 19:46:39
A verdade é que a quase totalidade das famílias que invadiram áreas ultimamente, são , sim, formadas por pessoas necessitadas, que estão vivendo quase que na miséria, em especial aqueles que se instalaram em área na frente do"Lixão do Dom Antônio Barbosa".Antes de criticarmos essas pessoas, e os chamá-los de "especuladores", "agitadores", etc, vamos tentar enchergar ali um "pai" ou "mãe" de família que só querem um pedaço de chão para se instalar com seus filhos, mesmo sabendo que, ainda assim, continuarão vivendo na pobreza.
 
MARCELLO MENDES em 25/01/2013 17:24:46
agora virou modinha dizer que o povo não é idiota!
 
Tery Alves em 25/01/2013 16:09:14
O povo não é mais idiota. Sabemos observar, fiscalizar e, por que não, denunciar, se preciso for.
 
Katia Pereira em 25/01/2013 14:38:21
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