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Campo Grande, Segunda-feira, 23 de Abril de 2018

28/02/2017 09:08

Projeto quer levar debates contra machismo para dentro das escolas

Projeto quer conscientizar os estudantes e comunidade escolar

Leonardo Rocha
Estudantes podem participar de campanhas e debates, que combatam o racismo (Foto: Chico Ribeiro - Assessoria)Estudantes podem participar de campanhas e debates, que combatam o racismo (Foto: Chico Ribeiro - Assessoria)
Pedro Kemp, autor do projeto, ao lado de Rinaldo Modesto, líder do governo (Foto: Assessoria/ALMS)Pedro Kemp, autor do projeto, ao lado de Rinaldo Modesto, líder do governo (Foto: Assessoria/ALMS)

As escolas da rede estadual podem promover campanhas e debates contra o machismo, com a intenção de conscientizar os estudantes em relação à prática de violência física ou verbal contra as mulheres. É o que defende o projeto de lei apresentado pelo deputado estadual Pedro Kemp (PT) na Assembleia Legislativa.

A proposta prevê uma série de atividades neste sentido, como capacitação de equipe pedagógica e demais trabalhadores da educação, assim como realização de debates no ambiente escolar, com a participação da comunidade, sociedade civil e meios de comunicação.

As campanhas educativas contra o machismo devem coibir atos de agressão, discriminação, humilhação, intimidação, constrangimento ou violência contra as mulheres, que tem índices acima da média nacional, em Mato Grosso do Sul.

O autor explica que a ideia faz parte de uma indicação de militantes da "Marcha Mundial de Mulheres", que já levaram a proposta a outros estados, como o Distrito Federal, onde se tornou lei. "As escolas, embora não possam dar conta de resolver todos os problemas sociais, podem ser uma forte aliada para repassar mensagens positivas".

Kemp ainda justifica que é justamente no ambiente escolar, que muitas vezes esta discriminação começa a se tornar aparente, portanto, como instituição social, pode contribuir para o combate a este problema, ajudando na formação de uma "moral coletiva".

A proposta ainda garante que as campanhas não devem trazer custos a administração estadual, além de não interferir na matriz curricular da rede de ensino. Entre os dados citados, está o Mapa da Violência de 2015, onde Mato Grosso do Sul apresenta a maior taxa de mulheres vítimas de violência sexual, física ou psicológica.

O projeto segue para as comissões permanentes, para depois ser votado em plenário pelos deputados estaduais. Caso seja aprovado, ainda passa pelo crivo do governador, Reinaldo Azambuja (PSDB), que pode sancionar ou vetar a proposta.



Essa vice -governadora é militante LGBT, repassou 60.000 reais para a tal "parada" e convidou as famílias campograndensses, CARA DE PAU!! Esse governo vai ser expurgado! Esses "educadores" mau sabem a matéria que ensinam, e só o que fazem são bazófias! Militantes!!
Machismo? Toda a educação baseia-se em engenharia social, à apreensões cognitivas que se danem, o importante é educação social, vão catar coquinhos, uma educação toda constituída de FIGURAS DE LINGUAGENS- EXPURGADOS SIM!!
 
Juan Hernandes em 28/02/2017 10:28:41
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