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Campo Grande, Sábado, 19 de Agosto de 2017

15/03/2017 10:15

Protesto de servidores da segurança passará a manhã na Assembleia

Manifestação faz parte de paralisação nacional contra reforma da Previdência

Mayara Bueno e Leonardo Rocha
Policiais e outros servidores da segurança na Assembleia de MS, em protesto contra a reforma Previdenciária. (Foto: Leonardo Rocha).Policiais e outros servidores da segurança na Assembleia de MS, em protesto contra a reforma Previdenciária. (Foto: Leonardo Rocha).

Servidores da Segurança Pública de Mato Grosso do Sul estão na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul nesta quarta-feira (15). Eles se uniram à paralisação geral contra a reforma da Previdência que ocorre em várias cidades do País. Por enquanto, são 80 manifestantes, mas a expectativa é de 1 mil de Campo Grande e outros municípios do Estado.

De acordo com Max Dourado, diretor jurídico da UPB (União dos Policiais do Brasil), o grupo marcou protestos em todos os estados em frente às assembleias legislativas. Os manifestantes não entrarão no plenário, nem utilizarão tribuna, mas ficarão na casa de leis até o meio-dia, quando farão uma assembleia.

Fazem parte do protesto, policiais civis, agentes penitenciários, policiais rodoviários federais e guardas municipais. A PM (Polícia Militar) não compõe o grupo e não houve paralisação das atividades por conta do movimento.

A principal reivindicação é o combate à reforma Previdenciária, que atualmente tramita no Congresso, mas posteriormente será regulamentada por meio de projeto de lei no governo do Estado. Segundo o representante, a aposentadoria deveria ser diferenciada para os policias, já que “não tem como o profissional se aposentar com 65 anos e 49 anos de contribuição”, pontuou.

Isto porque, a média de vida de um policial tem sido de 56 anos, portanto, a aposentadoria deveria ser pensada a partir dos 50.

A expectativa é que cheguem servidores da segurança pública de Coxim, Três Lagoas e Dourados. Por enquanto, não há definição por paralisação ou greve, já que se trata de uma atividade essencial, além de que existem decisões judiciais contrárias a isso. “Mas o assunto não será esquecido, vamos levar para assembleia”.

Confirmando o que já haviam prometido, os policiais civis vão reduzir em 30% o trabalho nas delegacias a partir de agora até o meio-dia.

O governo estadual ainda faz levantamento para saber quantos funcionários públicos paralisaram as atividades e se cortará o ponto de quem está protestando.




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