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Campo Grande, Sexta-feira, 18 de Agosto de 2017

20/02/2017 10:59

Troca de secretários será feita só após aprovação da reforma na Assembleia

Yarima Mecchi e Leonardo Rocha
Governador do Estado, Reinaldo Azambuja, durante apresentação da reforma administrativa. (Foto: André Bittar)Governador do Estado, Reinaldo Azambuja, durante apresentação da reforma administrativa. (Foto: André Bittar)

A reforma administrativa do Governo do Estado extingue três secretarias, conforme anunciado na manhã desta terça-feira (20), mas o destino de quem comanda as pastas ainda é incerto. De acordo com governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), somente após a aprovação do projeto na Assembleia Legislativa é que será anunciado quem fica no gestão. 

"O governo só decidirá pela saída de secretários ou quem vai ficar a frente das dez pastas, que ficaram com a reforma, depois que a Assembleia Legislativa aprovar o projeto. Por enquanto, nada muda. Todos continuam em suas pastas", relatou Azambuja.

Sérgio de Paula, então secretário da Casa Civil, Maria do Carmo Avesani, responsável pela pasta de Habitação, e Fernando Lamas, de Produção e Agricultura Familiar, terão as pastas extintas. 

O governador, Reinaldo Azambuja (PSDB), não informou se os secretários serão remanejados ou deixarão o primeiro escalão. Ao todo, são 13 secretarias atualmente e, com a reforma, apenas 10 vão permanecer. Durante o anúncio apenas o responsável pela pasta de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel, esteve presente.

Reinaldo ressaltou apenas que vai demitir mil comissionados e que algumas exonerações já ocorreram, mas as demais também dependem dos deputados estaduais e serão feitas de acordo com a nova estrutura. "As exonerações dos comissionados também vão continuar depois que a reforma for aprovada", declarou.

Secretário Sérgio de Paula. (Foto: Arquivo)Secretário Sérgio de Paula. (Foto: Arquivo)

Articulação - Com relação à saída de Sérgio de Paula, que já vem sendo considerada "quase certa" por fontes do governo, Azambuja declarou que, caso aconteça, será por motivos administrativos.

"Tudo boato e especulação. Se realmente houver a saída do Sérgio ou de outros servidores, será por uma questão administrativa", afirmou.

Indagado sobre a possível saída dos três secretários, o administrador do Estado disse apenas sobre a situação do responsável pela Casa Civil. "Se ele deixar o governo, vai ser para contribuir com o PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira) na articulação política", disse Azambuja.

Ele reafirmou que a reforma foi feita para reduzir custos e fazer uma nova organização
administrativa e não deve interferir em assuntos políticos. "A questão política só deve entrar em pauta depois do carnaval de 2018".

Como fica - Com a reforma a Seinfra (Secretaria de Infraestrutura) absorveu a Habitação. Enquanto a articulação política fica com secretaria de Governo e Gestão Estratégica.

A Sepaf (Secretaria de Produção e Agricultura Familiar) teve fusão com a Semade (Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico). A junção deu origem à Semagro (Secretaria de Produção, Desenvolvimento Econômico, Meio Ambiente e Agricultura Familiar).




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