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Campo Grande, Sexta-feira, 21 de Setembro de 2018

24/04/2018 11:23

Indústrias de suco de laranja projetam investimentos em Mato Grosso do Sul

Se concretizada, a iniciativa vai fortalecer a política de diversificação da economia do estado.

Ricardo Campos Jr.
Hoje a região Sudeste concentra praticamente toda a produção nacional de suco de laranja (Foto: divulgação)Hoje a região Sudeste concentra praticamente toda a produção nacional de suco de laranja (Foto: divulgação)

Pelo menos três das maiores indústrias de suco de laranja brasileiras projetam investir em áreas em Mato Grosso do Sul para desenvolver a citricultura e, futuramente, instalar fábricas que processem essas frutas. Isso pode fazer com que o estado aumente posição no ranking de participação nesse seguimento industrial, que atualmente é o 16º lugar.

Segundo informações do governo, Cutrale, Citrosuco e LDC (Louis Dieyfu Company) demonstraram interesse em expandir os negócios para o Centro-Oeste.

O poder público local comemora a notícia, já que se concretizada, a iniciativa vai fortalecer a política de diversificação da economia local, além de gerar empregos e oportunidades de renda, além de ajudar a incluir agricultores familiares na cadeira da agroindústria.

Como vantagens, Mato Grosso do Sul oferece uma localização privilegiada com acesso a países do Mercosul e principais centros consumidores do mercado interno, além de uma política de incentivos fiscais juridicamente embasada.

Hoje a região Sudeste concentra praticamente toda a produção nacional de suco de laranja, assegurando ao país o posto de maior exportador do ramo. Já os pomares estão entre o norte do Paraná, São Paulo e algumas regiões de Minas Gerais.

Segundo informações da assessoria de imprensa do governo de Mato Grosso do Sul, esses lugares já não oferecem mais condições de expansão, tanto em nível territorial como climáticos.

Hoje a maior parte dos cultivos de laranja no estado estão na região leste, embora haja plantações em todas as regiões. A Semagro (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico e Agricultura Familiar) estima crescimento de 200 hectares nesse cultivo entre 2011 e 2015, o que refletiu em uma tímida elevação na produtividade de 11.012 toneladas para 12.841.



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