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Dor na costela na gravidez: quando se preocupar

Mudanças do corpo explicam parte do incômodo, mas alguns sinais exigem avaliação obstétrica sem demora

Conteúdo Marca - Proncor e Santa Marina | 26/08/2026 07:30
Dor na costela na gravidez: quando se preocupar
Na maior parte das vezes, a dor na costela na gravidez está relacionada às próprias transformações da gestação

A barriga cresce, encontrar uma posição confortável para dormir fica mais difícil e, de repente, aparece aquela dor logo abaixo do peito ou na lateral das costelas. Para muitas gestantes, o incômodo surge principalmente a partir da segunda metade da gravidez e pode piorar ao sentar, virar o corpo ou permanecer muito tempo na mesma posição.

Na maior parte das vezes, a dor na costela na gravidez está relacionada às próprias transformações da gestação, como o crescimento do útero, a pressão exercida na região abdominal e torácica e as mudanças de postura. Mas intensidade, localização e sintomas associados fazem diferença: algumas dores precisam ser avaliadas rapidamente por um obstetra.

Por que as costelas podem doer durante a gravidez? Conforme o bebê e o útero crescem, o espaço dentro do abdômen muda. Estruturas próximas ao diafragma e às costelas passam a receber mais pressão, ao mesmo tempo em que a postura da gestante se modifica para compensar o aumento do volume abdominal.

O próprio movimento ou a posição do bebê também pode provocar desconforto na região. Mudanças nas mamas, tensão muscular, refluxo e alterações posturais podem contribuir para uma sensação de pressão, pontada ou ardência nas costelas.

Quando a dor na costela merece atenção imediata? Um dos pontos que mais exigem atenção é a dor forte na parte superior do abdômen ou abaixo das costelas, especialmente do lado direito.

Quando esse sintoma aparece junto com dor de cabeça persistente, alterações na visão, inchaço importante no rosto ou nas mãos, náuseas, dificuldade para respirar ou mal-estar intenso, a orientação é procurar avaliação obstétrica sem demora. Esses sinais podem estar associados a complicações da gravidez, como alterações da pressão arterial, e precisam ser investigados.

Também justificam atendimento médico sintomas como febre, sangramento vaginal, perda de líquido, contrações regulares, dor súbita ou muito intensa, falta de ar e redução ou alteração perceptível dos movimentos do bebê.

Na dúvida entre esperar e buscar ajuda, principalmente quando a dor foge do padrão habitual daquela gestação, a avaliação presencial é a escolha mais segura.

O que pode ajudar a aliviar a dor nas costelas? - Quando o obstetra descarta uma causa que necessite de tratamento específico, algumas mudanças simples na rotina podem ajudar a diminuir o desconforto.

Ajustar a postura ao sentar, evitar permanecer muito tempo na mesma posição e encontrar apoio adequado para dormir são medidas que podem reduzir a sobrecarga. Roupas confortáveis e movimentos mais lentos ao levantar ou girar o tronco também podem fazer diferença.

Compressas mornas e exercícios ou alongamentos apropriados para gestantes podem ser considerados, desde que tenham orientação profissional. Dependendo da origem da dor, fisioterapia também pode fazer parte do cuidado.

Medicamentos merecem atenção especial. Durante a gravidez, analgésicos, anti-inflamatórios e qualquer outro medicamento não devem ser usados por conta própria. A escolha do remédio, da dose e do momento adequado depende da fase da gestação e da avaliação médica.

Em Campo Grande, onde procurar atendimento? - Ter uma referência definida para situações inesperadas ajuda especialmente na gravidez, quando um sintoma aparentemente simples pode precisar de avaliação para diferenciar um desconforto próprio da gestação de uma condição que exige intervenção.

Em Campo Grande, o Hospital Santa Marina mantém Pronto-Socorro Obstétrico e Pediátrico 24 horas, voltado também ao atendimento de gestantes que necessitam de avaliação imediata, inclusive em situações relacionadas ao parto. O hospital conta ainda com estrutura de suporte neonatal.

Para acompanhamento programado, investigação de sintomas sem caráter de emergência e seguimento da gestação, o Proncor dispõe de atendimento em ginecologia e obstetrícia, permitindo que a mulher mantenha o cuidado também fora das situações de urgência.

A lógica é simples: desconfortos leves e passageiros podem ser discutidos durante o acompanhamento pré-natal, enquanto sinais intensos, persistentes ou associados a sintomas de alerta não devem esperar a próxima consulta.

Na gravidez, conhecer o próprio corpo continua sendo importante, mas reconhecer quando alguma coisa mudou é igualmente essencial. A dor pode ter uma explicação simples, e muitas vezes tem. A avaliação obstétrica é o que permite fazer essa distinção com segurança.

É normal sentir dor nas costelas durante a gravidez?
Pode acontecer, principalmente conforme a gestação avança e o útero aumenta de tamanho. Dor intensa, persistente ou acompanhada de outros sintomas, porém, precisa ser avaliada.

Quando a dor abaixo da costela direita na gravidez preocupa?
Quando é forte ou aparece junto com dor de cabeça persistente, alterações visuais, inchaço, falta de ar ou mal-estar. Nesses casos, a gestante deve procurar atendimento obstétrico.

Posso tomar remédio para dor na costela durante a gravidez?
Não é recomendado usar medicamentos por conta própria. A escolha do tratamento deve ser feita pelo médico, considerando a causa da dor e a fase da gestação.

Se precisar de atendimento no Proncor e no Santa Marina, confira abaixo os contatos:

Agendamento Facilitado: (67) 99693-4328

Central de Atendimento: 3003-3230 (Atendimento das 6h às 19h)

Online: Agendamento pelo site www.hospitalproncor.com.br

WhatsApp - Assistente Virtual Dora: (21) 2101-2658.

Dor na costela na gravidez: quando se preocupar