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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

19/11/2013 18:40

Após protesto de produtores rurais, indígenas reagem e declaram apoio à Funai

Vinícius Squinelo e Mariana Lopes
Índios defendem trabalho da Funai e acusam produtores (foto: João Garrigó)Índios defendem trabalho da Funai e acusam produtores (foto: João Garrigó)

Os indígenas de Campo Grande revolveram reagir, e foram até a sede da Funai (Fundação Nacional do Índio) na cidade para mostrar apoio ao presidente da entidade. O movimento, que ocorreu no fim da tarde de hoje (19) após protesto de produtores rurais no mesmo local.

O movimento dos produtores foi durante a manhã, e logo no início da tarde cerca de 150 indígenas da etnia terena se reuniram na sede da Funai.

“Estamos indignados com a ação dos produtores rurais, já que estamos cumprindo tudo o que foi estabelecido em acordo com o Ministro da Justiça (José Eduardo Cardozo)”, afirmou Antônio Aparecido Jorge, cacique da Aldeia Córrego do Meio.

A manifestação indígena contou com apoio de índios da região do Buriti. “Aguardamos a decisão até o dia 30, mas afirmo que nenhum produtor rural perdeu a vida”, emendou Jorge, lembrando as mortes de indígenas em Mato Grosso do Sul.

Os produtores realizaram o protesto afirmando, entre outros pontos, que a Funai estaria incentivando invasões indígenas no Estado.

“Isso nunca aconteceu”, garantiu Jorge, que ainda reclamou que os indígenas não têm apoio de nenhuma autoridade política do Estado.

Alberto Terena, representante na mesa de negociação com produtores e Ministério da Justiça, afirmou que teme pelos direitos dos indígenas.

“Essa negociação preocupa a gente, já que se estende cada vez mais e nunca resolve nada”, disparou Alberto. O protesto indígena também pede a volta da Força Nacional às áreas de conflito.

Invasões – Já são 79 terras invadidas por indígenas no Estado, de acordo com a Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul).

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a população indígena invasora e usuária dos benefícios da Funai, por eventuais "acordos"de parceria pecuária, conforme denunciado pelo Dep. Heinze, ou "empregos"no órgão ou outros ficam em panico ao pensar na possibilidade de se tornarem cidadãos comuns que necessitam trabalhar para dar sustento as suas familias. É claro que irão em defesa do órgão, na verdade, em defesa de suas mordomias.
 
Miriam Correa em 20/11/2013 12:08:41
Aos senhores numa hora dessas so lembra nos direitos dos não índio né,
o índio Oziel que foi morto nada estão fazendo,e quando acontece que índios
resolvem partir para uma retomada ou "invasão" como o senhores dizem os direitos são todos direcionado aos não índios...
 
jooni alcantara em 20/11/2013 11:01:45
Poderiam fundar um partido,. eleger representantes e disputar necessidades de forma justa
 
Suzi da Costa em 19/11/2013 21:15:44
Como já haviam dito, os indígenas "reinvadiram" o prédio da FUNAI, os produtores entraram e saíram sem danificar nada.
Indignados estão os produtores que perdem, a cada dia, mais terras enquanto os indígenas invadem e destroem o que der vontade em suas propriedades.
E, para lembrar o Sr. Jorge, um PRODUTOR em Douradina foi ESPANCADO ATÉ A MORTE.
Contando a invasão de segunda feira, são 80 fazendas invadidas (não 79, como o final da matéria apresenta).
 
José Santiago em 19/11/2013 19:14:09
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