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Capital

Comerciante perde R$ 10 mil em golpe de falso ponto de entrega

Autor se identificou como funcionário de uma plataforma de vendas e pediu para vítima instalar aplicativo

Por Clara Farias | 01/10/2026 13:27
Comerciante perde R$ 10 mil em golpe de falso ponto de entrega
Vítima durante videochamada com golpista (Foto: Osmar Veiga/Arquivo)

Comerciante, de 37 anos, perdeu cerca de R$ 10 mil após cair em um golpe envolvendo a instalação de um suposto ponto de recebimento de mercadorias de uma loja virtual. O caso aconteceu nesta quarta-feira (30), no bairro Vila Moreninha II, em Campo Grande, e foi registrado na 4ª Delegacia de Polícia Civil.

RESUMO

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Um comerciante de 37 anos perdeu cerca de R$ 10 mil em um golpe na quarta-feira (30), no bairro Vila Moreninha II, em Campo Grande. Um homem que se passou por funcionário do Mercado Livre ofereceu o cadastro do comércio como ponto de recebimento de encomendas e orientou a vítima a instalar um aplicativo e enviar uma selfie. Em seguida, o celular perdeu o controle, e foram feitos transferências via PIX e o pagamento de um boleto sem autorização. O caso foi registrado na 4ª Delegacia de Polícia Civil.

Conforme o boletim de ocorrência, a vítima recebeu uma ligação de um homem que se apresentou como funcionário do Mercado Livre. O golpista afirmou que o estabelecimento comercial da vítima poderia passar a receber encomendas destinadas a clientes da região.

Para dar andamento ao suposto cadastro, o homem orientou a vítima a instalar um aplicativo no celular e acessar, por meio dele, informações da conta bancária. Em seguida, também pediu que fosse feita uma selfie.

Após concluir o procedimento, a vítima percebeu que havia perdido o controle do aparelho, que deixou de responder aos comandos. Desconfiada, conseguiu acessar a conta bancária por outro meio e descobriu que haviam sido feitas diversas transferências via PIX, além do pagamento de um boleto.

As movimentações foram direcionadas a contas vinculadas a uma instituição de pagamentos e, segundo a vítima, nenhuma das operações foi autorizada. Como o celular continuava bloqueado, ela não conseguiu informar de imediato os valores de cada transação.

O prejuízo total foi estimado em aproximadamente R$ 10 mil. A vítima deverá apresentar à Polícia Civil os extratos bancários, comprovantes das transferências e demais documentos que possam ajudar na investigação.

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