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Campo Grande, Terça-feira, 14 de Agosto de 2018

23/11/2011 21:47

Defesa tenta evitar júri popular para mãe acusada de matar filha de três anos

Viviane Oliveira

No depoimento, que durou quase 2 horas, ela afirma que a filha morreu vítima de acidente doméstico

Renata saindo do interrogatório acompanhada de seu advogado de defesa. (Foto: Pedro Peralta)Renata saindo do interrogatório acompanhada de seu advogado de defesa. (Foto: Pedro Peralta)

Acusada de matar a filha, Rafaela Dutra de Oliveira, de 3 anos, em 28 de fevereiro do ano passado, em Campo Grande, Renata Dutra de Oliveira foi interrogada na tarde desta quarta-feira (23) pelo juiz Alexandre Ito, da 1ª Vara do Tribunal do Júri.

No depoimento que durou quase duas horas, ela afirma que a filha morreu vítima de acidente doméstico. Segundo Renata, ela e Handerson Cândido ferreira, padrasto da vítima também acusado de matar a menina, apenas corrigia a criança com palmadas.

Segundo o advogado de Renata, Edison Costa Fonseca, ainda tem varias fases processuais para serem investigadas. A defesa alega que a denúncia se enquadra no crime de maus-tratos e não homicídio qualificado.

“Nosso objetivo é desclassificar o crime de homicídio para maus-tratos. Foi feito o requerimento agora vamos aguardar a resposta do juiz, disse o advogado.

Esta foi a última audiência sobre o caso. Agora a justiça vai decidir se Renata vai à júri popular ou não. Essa decisão deve durar aproximadamente 30 dias.

Padrasto - Handerson, padrasto da vítima que na época era casado com Renata, também é acusado de matar a menina e foi interrogado por carta precatória no dia 31 de agosto, em Coxim. O processo de Renata e Harderson corre junto.

Rafaela foi morta por causa de ferimentos causados por agressões. Laudo necroscópico apontou que a criança agonizou por pelo menos 24 horas antes de morrer. Ela teve lesão no cérebro e vários hematomas pelo corpo.

A família morava na rua Bodoquena, no bairro Amambaí, em Campo Grande. O casal chegou a ser preso em março de 2010, mas está em liberdade desde maio do ano passado.

O MPE (Ministério Público Estadual) denunciou o casal por homicídio qualificado, por meio cruel e impossibilidade da defesa, com o agravante da vítima ser menor de 14 anos e filha.



Não posso crer que alguém em seu juízo perfeito possa inocentar esses assassinos, isso não é mãe, é um monstro que não pode estar solta, pois põe em risco a todos nos, se teve coragem de fazer o que fez com a própria filha.
 
Norma Alves da Silva em 24/11/2011 12:30:21
Eu me revolto com essas coisas
quando esse país vai mudar ?????????
como que alguem que mata um criança com tamanha crueldade fica solto?
Nossa esperança de justiça é so a divina mesmo, porque a justiça da lei nao se cumpri, e a tendência é mais coisas terríveis como essa continuarem acontecendo.
 
Ruann Riston em 24/11/2011 12:27:21
Deus dá aos homens a chance de edificarem o seu amor, mas infelizmente, nem todos compreendem conscientemente a responsabilidade que tem, nem sabem pq vivem neste mundo. Das mães animais que matam seus filhotes, diríamos instinto, das mães humanas, diríamos malvadas, espíritos doentes e de baixa frequencia, pois a consciência do homem é exigível como dom exclusivo. Que Deus acolha essa criança...
 
Adriana Police dos Santos em 24/11/2011 10:50:10
Parabéns ao Conselho Tutelar! Denúncias de maus tratos anônimas; quando faz uma 'visita' a criança tinha hematomas pelo corpo mas acreditam realmente que ela havia caído. Que isso?
O que revolta é saber que nada disso teria acontecido se a criança tivesse sido protegida dessa mãe e desse padrasto. Custava ter 'perdido' um tempo para averiguar melhor os hematomas, as denúncias de maus tratos?
 
Daniela Rocha em 24/11/2011 10:08:20
O mundo vai de mal a pior! Onde já se viu uma mãe espancar a filha até a morte, estar livre e ainda alegar que apenas corrigia com tapinhas?! Não acredito que alguém consiga aceitar esse tipo de comportamento totalmente desumano!
 
Grazyh Oliveira em 24/11/2011 10:04:20
Não consigo imaginar um ser humano ver uma crianças agonizando por 1 dia e não fazer nada, não sentir nada, ainda sendo mãe,se podemos chamar ela de mãe...Eu como mãe lendo isso chega da uma dor no peito de tristeza.
 
Fabiane de Paula em 24/11/2011 09:55:24
Dar uns tapinhas ,tudo bem, mas espancar até matar uma criança de 3 anos, não tem perdão? Mexeu com criança, até aborto, não considero ser humano não. Crianças não conseguem se defenderem de um adulto nunca.Pensem nisso.
 
Célia Campos em 24/11/2011 09:44:20
Estou indignada.....como é que deixam na rua dois montros...desde que a menina morreu eles deveriam está na cadeia, pois lá sim é o lugar deles. (JUSTIÇA SEJA FEITA)
 
Rosangela Carvalho em 24/11/2011 09:41:49
juri popular nela,é isso que ela merece
e pior que existe um advogado que ainda tem coragem de defender esses tipos de pessoas.ele deveria ser indiciado junto com condenada.
 
nilton junior em 24/11/2011 06:30:53
juri popular sim.
 
Elisangela de Andrade Figueiredo em 24/11/2011 05:27:35
Pra corrigir uma criança não é necessário tamanha violência ao ponto de matar! Como que vc corrige uma criança com uma surra desse tipo? Tá certo que com certeza também levamos surras em nossa infância, mas isso é diferente, tanto que continuamos vivos!
Eu não chamo de mãe esse tipo de "gente", isso pra mim é crueldade, gente ruim, que muitas vezes para ficar com um homem permite isso aos filhos.
 
Vanessa Martins em 24/11/2011 03:05:44
Infanticidas não deveriam ser passíveis de relaxamento de prisão! Quando forem condenados, receberão o que merecem com seus colegas de xilindró!!!
 
Carlos Renato Lopes em 23/11/2011 11:42:40
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