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Campo Grande, Terça-feira, 22 de Outubro de 2019

01/07/2017 10:36

Licitação do Reviva Centro deve sair este mês após adequação em projeto

Obra começará na Rua 14 de Julho e toda reestruturação da região deve durar 20 meses

Mayara Bueno e Yarima Mecchi
Coordenadora de Projetos, Catiana Sabadin, com o prefeito da Capital, Marquinhos Trad. (Foto: Yarima Mecchi).Coordenadora de Projetos, Catiana Sabadin, com o prefeito da Capital, Marquinhos Trad. (Foto: Yarima Mecchi).

Aprovado, o projeto do Reviva Centro, que vai reformar a região central de Campo Grande, está sendo adequado e as primeiras licitações devem ser lançadas em julho, conforme a coordenadora de projetos do município, Catiana Sabadin.

Como a obra começará pela Rua 14 de julho, o edital para a reforma do local recebe os ajustes e adequações para ser lançado. Mas, ainda serão lançadas concorrências para supervisionamento da obra, entre outras. 

A previsão dada em maio, quando o contrato de US$ 56 milhões (cerca de R$ 175 milhões) foi assinado, era de que a obra vai começar em outubro e durar 20 meses.

O projeto prevê o recapeamento do quadrilátero entre a Rua Padre João Crippa e avenidas Calógeras, Mato Grosso e Fernando Corrêa da Costa, com a reforma das calçadas e padronização das mobílias públicas, como bancos e lixeiras. Outra novidade é que a prefeitura quer colocar lâmpadas de LED para iluminar as vias.

Obras – O programa prevê a revitalização do centro de Campo Grande, a partir do embutimento da fiação, ampliação das calçadas, criações de áreas de lazer e reordenamento do trânsito no entorno da Rua 14 de Julho.

O embutimento da fiação, que passa a ser subterrânea, será o começo das obras. A primeira etapa contemplará o trecho da Rua 14 de Julho entre a Rua 7 de setembro e a Avenida Mato Grosso.

Entre os principais pontos do projeto, está prevista a redução no tráfego de veículos para duas faixas e a retirada da circulação de ônibus pela rua, além do retorno do relógio histórico para a esquina da 14 com a Afonso Pena. A medida possibilitará ampliar as calçadas de 3 para 4,2 metros, com recuos para embarque e desembarque de passageiros e cargas.

Serão implantadas também áreas de descanso com bancos, árvores e painéis que garantirão o conforto de pedestres contra as altas temperaturas.

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