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Capital

No 3º dia, chuva para obras na 14, Ernesto Geisel e Nova Lima

Serviço de tapa-buraco em Campo Grande também está paralisado por causa do tempo chuvoso

Danielle Valentim e Miriam Machado | 06/08/2018 09:10
Situação da via após chuva ininterrupta desde a madrugada de sábado. (Foto: Marina Pacheco)
Situação da via após chuva ininterrupta desde a madrugada de sábado. (Foto: Marina Pacheco)

O clima chuvoso paralisou obras espalhadas por Campo Grande e nesta segunda-feira (6) trabalhadores que atuam no tapa-buraco, na revitalização da rua 14 de Julho, avenida Ernesto Geisel e no asfaltamento do bairro Nova Lima aguardam o tempo firmar para retomar os serviços. Esperada em Campo Grande por mais de 50 dias, a chuva chegou oficialmente por volta das 2h do sábado (3) e não parou mais.

A reportagem do Campo Grande News percorreu o Centro e constatou que a região onde está sendo feita a revitalização, fechada por tapumes, está tomada por poças e lama. Com as máquinas paradas, os funcionários estão no canteiro de obras e aguardam a chuva parar.

Apesar da obra no asfalto, a calçada está liberada para a passagem de pedestres. Agentes de trânsito organizam a passagem de veículos, onde não ocorrem obras.

O secretário  Infraestrutura e Serviços Públicas, Rudi Fiorese, confirmou a paralisação dos trabalhos, mas disse que não existe prejuízo, pois a "chuva está mansa". Nenhuma das obras está prevista para entrega no calendário dos 119 anos de Campo Grande.

“Desde que a chuva começou o serviço de tapa-buraco não conseguiu rodar e as obras da 14, Ernesto e Nova Lima estão paradas”, disse.

As obras - Os trabalhos na Rua 14 de Julho começaram em junho de 2018. As obras no Centro de Campo Grande contemplam entre 12 e 14 quadras, com extensão de 1,4 km e a previsão é de que estas durem, em média, três meses em cada duas quadras.

Compõe a primeira etapa do projeto mudanças na fiação elétrica, drenagem, pavimentação, calçada, paisagismo e mobiliário. A proposta inclui ainda alteração nas redes de distribuição de água, gás e coleta de esgoto, assim como acessibilidade, sinalização viária, iluminação e paisagismo. Histórico relógio da 14 de Julho com Avenida Afonso Pena também deve voltar.

Sobre a Ernesto, as obras do projeto de revitalização e controle de enchentes do Rio Anhanduí, iniciaram no dia 12 de abril. O projeto estava travado há sete anos.

No ano passado, a Sisep apresentou nova proposta à Caixa Econômica Federal e abriu licitação, no entanto, os investimentos foram bem menores. Inicialmente orçado em R$ 68 milhões, tem agora R$ 49 milhões para execução.

A primeira etapa da revitalização do Anhanduí é executada por duas empresas: dois lotes pela Dreno Construção, com sede no Paraná, e um lote pela Gimma Engenharia Ltda, de Minas Gerais.

No Nova Lima, as obras foram retomadas no dia 25 de maio de 2018 e fazem parte do projeto que integra o PAC Pavimentação. O serviço começou com colocação de travessias da rede de esgoto na pista lateral à Avenida Cônsul Assaf Trad , com a terraplanagem, e em seguida será aplicada a capa asfáltica no trecho entre a Rua Zulmira Borba e a Rua Marquês de Herval.

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