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Campo Grande, Quinta-feira, 18 de Abril de 2019

16/04/2019 18:05

Saúde estadual afirma que repasses para a Santa Casa da Capital estão em dia

Desde janeiro, SES afirma que repassou R$ 10,57 milhões para o Fundo Municipal de Saúde efetuar pagamentos à ABCG

Humberto Marques
Hospital já recebeu R$ 10,57 milhões em verbas estaduais neste ano. (Foto: Arquivo)Hospital já recebeu R$ 10,57 milhões em verbas estaduais neste ano. (Foto: Arquivo)

O secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, afirmou nesta terça-feira (16) que os repasses da pasta para a ABCG (Associação Beneficente de Campo Grande), entidade mantenedora da Santa Casa, estão em dia. De janeiro deste ano até esta semana, o maior hospital de Mato Grosso do Sul recebeu R$ 10,57 milhões, conforme números da SES.

Geraldo, via assessoria, afirma que o esforço em atualizar os repasses integra a estratégia que inclui outros hospitais por todo o Estado, a fim de permitir que suas mantenedoras possam normalizar os serviços à população e pagar em dia médicos, enfermeiros e outros profissionais.

“Estamos fazendo todo o possível para colaborar com as unidades hospitalares de Mato Grosso do Sul, a fim de que possam diminuir as filas de procedimentos como consultas, cirurgias e exames”, disse o titular da SES. Sobre a Santa Casa da Capital, ele afirma que os pagamentos são feitos ao Fundo Municipal de Saúde, que os encaminha à ABCG –Campo Grande tem a chamada gestão plena no setor, administrando diretamente as deliberações do SUS (Sistema Único de Saúde).

“Conforme as pactuações feitas entre a Santa Casa, o município, Estado e União, estamos com a nossa parcela de responsabilidade em dia, e esperamos que a instituição possa prestar a sua contrapartida, oferecendo serviços de qualidade à população, dentro do papel de grande importância que a mesma ocupa na saúde pública de nossa capital e de Mato Grosso do Sul”, frisou Geraldo.

No início de fevereiro, a Santa Casa enfrentou uma ameaça de paralisação de enfermeiros, que alegaram atrasos em pagamentos ainda referentes ao 13º salário. Um aporte de recursos ajudou a quitar o compromisso e afastar a possibilidade de greve. Neste mês, situação semelhante envolveu cirurgiões –o hospital ainda pleiteia junto ao governo federal o aumento de seu teto no SUS para, entre outras ações, garantir o pleno funcionamento da Unidade de Urgência e Trauma, que deveria funcionar em sua totalidade neste mês.



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