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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

12/12/2011 20:59

TJ nega recurso de defesa de Cristhiano Luna e mantém qualificadoras

Paula Maciulevicius

Defesa de Luna afirmou que vai entrar com novo recurso pedindo embargo infrigente e anulidade da decisão

Magistrados decidiram manter as qualificadoras de homicídio. (Foto: Arquivo/ João Garrigó)Magistrados decidiram manter as qualificadoras de homicídio. (Foto: Arquivo/ João Garrigó)

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul negou recurso da defesa de Cristhiano Luna de Almeida, acusado de matar o segurança Jefferson Bruno Escobar, em março deste ano, em uma casa noturna na avenida Afonso Pena.

A acusação de Cristhiano Luna é de homicídio qualificado por motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima, qualificadoras que a defesa tentou tirar através do recurso.

Os magistrados da 2ª Turma Criminal decidiram nesta segunda-feira, por dois votos a um, manter as qualificadoras.

Ao Campo Grande News o advogado de Luna, Ricardo Trad, afirmou que vai entrar com novo recurso pedindo embargo infrigente e anulidade da decisão, que deve ser decidido por outra sessão criminal.

O caso - Cristhiano é réu pela morte do segurança Jefferson Bruno Escobar, o Brunão, na madrugada do dia 19 de março deste ano em uma casa noturna de Campo Grande, onde a vítima trabalhava.

Ele se envolveu em confusão no interior da casa e foi tirado por Brunão e colegas. Já na calçada do local, Cristhiano desferiu um soco no segurança, o que teria ocasionado sua morte.

A defesa contesta também esta versão e diz que a causa da morte pode ter sido a massagem errada feita no segurança após ter sido atingido pelo soco.

Cristhiano foi autuado em flagrante por lesão corporal seguida de morte. Entretanto, foi indiciado por homicídio porque as investigações feitas pela Polícia Civil indicaram que ele teve a intenção de matar Brunão.

O bacharel em Direito, durante interrogatório em juízo, declarou que havia ingerido bebida alcoólica, que causou confusão no bar, mas que não tinha intenção de matar o segurança e nem de ofender o garçom, que o acusa de injúria, crime pelo qual também é processado.

Cristhiano Luna já está em liberdade, com diversas restrições, por decisão do Tribunal de Justiça. O MPE recorreu da concessão e o desembargador Hildebrando Coelho Neto, vice-presidente do TJ/MS, negou o recurso, mantendo o réu fora da cadeia.

A defesa do bacharel em Direito Cristhiano Luna de Almeida, 23 anos, acusado de matar o segurança Jefferson Bruno Escobar, conseguiu na Justiça, suspender o julgamento que estava marcado para o dia 12 de agosto.



A sociedade espera o mesmo fim desse processo,A justica foi feita no caso do jornalista assassino que pegou quatorze anos de cadeia.chisthiano o juri popular te espera!justica!justica!justica!
 
junior celso gomes vieira em 12/12/2011 09:38:13
Justiça só divina ou por parte da família da vitima, pois se esperar pela justiça dos homens, pode esquecer.
Agora, se o Cristiano tivesse matado um tatu, aí sim, ele tava ferrado. Tenho dito!
 
Carlos Alberto Oliveira em 12/12/2011 09:14:45
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