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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

04/12/2015 18:06

Grande volume de chuva faz cabeceira de ponte romper e MS-295 é interditada

Renata Volpe Haddad
Técnicos da Agesul interditaram MS-295 por causa do rompimento de cabeceira da ponte, por causa do grande volume de chuva na região. (Foto: Agesul/ Divulgação)Técnicos da Agesul interditaram MS-295 por causa do rompimento de cabeceira da ponte, por causa do grande volume de chuva na região. (Foto: Agesul/ Divulgação)

O trecho da rodovia estadual MS-295 entre os municípios de Tacuru e Iguatemi, distante 466 km de Campo Grande, foi interditado devido ao grande volume de chuva que cai nesta sexta-feira (4) na região, provocando o rompimento na cabeceira da ponte sobre o Rio Jogui e interditando o tráfego na “Guairá-Porã”.

De acordo com informações do site A Gazeta News, até o meio desta tarde, o tráfego no local estava em meia pista, porém a situação se agravou e após avaliação de técnicos da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), o trânsito de veículos foi interditado, conforme o diretor regional da agência em Amambai, engenheiro civil Stefano de Brida.

A Agesul informou que a interdição do tráfego na MS-295 é por tempo indeterminado e se as chuvas não pararem, não tem como iniciar as obras de reparo.

A interdição da MS-295 afeta toda a região, mas principalmente a população de Tacuru, já que o município pertence a comarca de Iguatemi e diariamente muitas pessoas trafegam entre os dois municípios, tendo como única rota o trecho de rodovia estadual que está interditado.

A rodovia estadual é a principal via utilizada para escoamento da produção agropecuária e o principal acesso de muitos municípios da região de fronteira com o Paraguai aos estados do sul do país.

Ainda conforme o site, a rota alternativa passa a ser pela MS-156, que liga Amambai a Caarapó e consequente a BR-163, que está com o asfalto em péssimas condições de trafegabilidade e a BR-463 que liga Ponta Porã à Dourados e posteriormente a BR-163.

Todas essas rotas são longas e tem cobrança de pedágio, mas são os únicos meios de deixar a região sem precisar enfrentar estradas de terra.



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