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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

07/06/2016 17:57

MS é o quarto no Brasil com mais casos de gripe A, segundo ministério

João Humberto
Campanha de vacinação contra a gripe imunizou neste ano 47.6 milhões de pessoas que fazem parte dos grupos de maior risco (Foto: Bianca Bianchi/Campo Grande News)Campanha de vacinação contra a gripe imunizou neste ano 47.6 milhões de pessoas que fazem parte dos grupos de maior risco (Foto: Bianca Bianchi/Campo Grande News)

Dos 3.978 casos de influenza A (H1N1) registrados pelo Ministério da Saúde no Brasil entre janeiro e 30 de maio deste ano, 143 são em Mato Grosso do Sul, colocando o Estado na quarta posição no ranking nacional, atrás apenas do Rio Grande do Sul (495 casos), Paraná (466) e Goiás (249).

Conforme o Ministério da Saúde, de janeiro até o dia 30 de maio deste ano 764 pessoas morreram em decorrência desse tipo de gripe. Já em 2015 houve 19 registros da doença em todo o país, com duas mortes.

A região Sudeste ainda concentra o maior número de registros de gripe H1N1, sendo 1.714 no estado de São Paulo, que ocupa a primeira posição em relação ao número de mortes (352). Rio Grande do Sul está em segundo lugar no ranking de mortes, com 82, Paraná (54), Goiás (44) e Rio de Janeiro (36).

De acordo com boletim epidemiológico divulgado pela SES (Secretaria de Estado de Saúde), na última quarta-feira (1º), 32 pessoas morreram por conta da doença até agora em Mato Grosso do Sul. Isso torna 2016 como o ano com maior número de óbitos confirmados desde 2009, quando o vírus da gripe foi detectado pela primeira vez em uma epidemia no México.

O ano que houve maior número de mortes causadas pela doença até agora era 2014, quando 29 pessoas morreram. De 1.096 exames realizados pelo Lacen (Laboratório Central de Saúde Pública) este ano até o momento, 422 confirmaram a doença em pacientes de todo Estado, sendo 114 somente em Campo Grande.

A campanha de vacinação contra a gripe imunizou neste ano 47.6 milhões de pessoas que fazem parte dos grupos de maior risco de complicação pela doença, o que corresponde a 95,5% da meta do Ministério da Saúde. Integram os grupos prioritários crianças de seis meses até cinco anos incompletos, pessoas com 60 anos ou mais, trabalhadores da área da saúde, índios, gestantes, mulheres que tiveram filhos há no máximo 45 dias, presos, agentes penitenciários e portadores de doenças crônicas não transmissíveis.

(Com informações da Agência Brasil)



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