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Campo Grande, Domingo, 10 de Dezembro de 2017

08/01/2014 08:39

Simone sugere nova avaliação nas benfeitorias da reserva Buriti

Leonardo Rocha
Simone sugere que o Incra faça a avaliação das terras e das benfeitorias (Foto: Arquivo)Simone sugere que o Incra faça a avaliação das terras e das benfeitorias (Foto: Arquivo)

A governadora em exercício, Simone Tebet, ficou preocupada com o resultado da reunião de ontem, em Brasília, onde se discutiu a negociação das terras em conflito em Mato Grosso do Sul no Ministério da Justiça. O principal entrave é o valor das benfeitorias, calculado pela Funai (Fundação Nacional do Índio). Ela pediu mudança nesse critério. 

Ela sugeriu que o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) que realizou a avaliação nas terras, também fique responsável pela apuração das benfeitorias das fazendas, já que houve questionamento e contestação na avaliação das benfeitorias feitas pela Funai (Fundação Nacional do Índio).

Simone ressaltou que já que as terras da Fazenda Buriti não são consideradas indígenas pela Justiça, esta alternativa seria viável. “Nós propusemos este caminho como alternativa para buscar um consenso e o Ministério da Justiça deverá manifestar a respeito nos próximos dias”, afirmou, por meio da assessoria de imprensa.

Relatório – No dia 17 de janeiro será encaminhado o relatório das avaliações aos produtores para que eles façam a análise e apontem possíveis revisões. O resultado deve ser encaminhado ao Ministério da Justiça até o dia 27 deste mês, para que seja agendada uma nova reunião, prevista inicialmente para o dia 30.

De acordo com o presidente da Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul), Francisco Maia, os números apresentados na reunião foram abaixo do esperado. A União propôs pagar R$ 78 milhões por 30 das 34 fazendas localizadas na reserva do Buriti.

Os produtores rurais esperavam que a proposta girasse em torno de R$ 150 milhões, já que em agosto do ano passado eles acreditavam que o governo federal pagaria R$ 6,6 mil por hectare bruto, que somando com as benfeitorias chegariam a R$ 10 mil. Como existem 15 mil hectares na região, chegariam ao investimento de R$ 150 milhões.

O produtor Ricardo Bacha, dono de duas áreas na região, contestou o fato das benfeitorias da fazenda terem sido avaliadas em R$ 531 mil. O presidente da Acrissul comentou que só a sede da fazenda do produtor, com 200 metros quadrados, além dos galpões destruídos durante a invasão, teriam valor superior.

Pagamento - Em relação à forma de pagamento para aquisição destas terras em conflito, o governo federal não se manifestou durante a reunião, apenas restrito a discussão sobre a fazenda Buriti.

Simone voltou a destacar que o Estado já alertou a União sobre a “elevação da tensão” no campo em função da demora para resolução da questão e que o governo estadual continua a disposição para colaborar para a solução do impasse.



Seria a INVEJA uma das explicações para a existência das idéias comunistas??
 
gladis alaia em 08/01/2014 14:39:20
Não há grilagem no MS. Todas as áreas são legalmente tituladas e foram regularmente adquiridas, há muito tempo. É uma leviandade levantar dúvidas sobre a aquisição.
Os produtores estão sendo obrigados a vender e o governo deve fazer propostas sérias e responsáveis, além de também esclarecer de que forma será feito este pagamento.
 
Mônica Corrêa em 08/01/2014 13:32:43
ESSAS TERRAS FORAM TODAS INVADIDAS PELOS SEUS PROPRIETARIOS.
QUANDO ERA TERRA SEM LEI.
INFELIZMENTE NO MS SÃO POUCOS DONOS DE TERRAS, TODOS RICOS, ENQUANTO OS INDIOS COMEM FARINHA COM MANDIOCA ESSES CARAS COMEM CHURRASCO DE PICANHA.
 
adrielle pereira em 08/01/2014 09:09:39
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