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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

30/11/2010 08:33

TJ investiga tentativa de invasão em rede informatizada

Redação

A rede informatizada do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul sofreu uma tentativa de invasão no dia 18 de novembro, quarta-feira da semana passada. Os responsáveis pela ação criminosa tentaram implantar um código malicioso, termo genérico usado para identificar programas que executam ações irregulares em um computador, entre eles vírus que podem danificar sistemas e até ser usados para roubar dados.

A Deco (Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado) foi acionada para investigar o caso. O TJ não divulga se houve algum tipo de prejuízo para o sistema ou furto de dados. De acordo coma assessoria de imprensa, a tentativa de invasão não tem relação com oscilações no sistema de acompanhamento on-line dos processos, como reclamou no início do mês a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), atribuindo o problema a possibilidade de existência de vírus no sistema do Tribunal.

A tentativa de invasão foi comunicada pelo Departamento de Sistemas Administrativos da Secretaria de Tecnologia da Informação do Tribunal. Além da investigação na Polícia Civil, o Tribunal abriu sindicância para apurar responsabilidades pela ação.

Equipamentos sumidos - Além da tentativa de invasão, a Polícia Civil e a comissão de sindicância também estão investigando o sumiço de equipamentos.

Conforme a portaria que determinou a abertura de sindicância, no dia 13 de outubro, um computador desapareceu do Departamento de Sistemas Administrativos da Secretaria de Tecnologia.

No dia 21 de outubro, no mesmo setor, foi descoberta a violação de duas máquinas e a subtração dos pentes de memória de uma das máquinas no mesmo setor.

Alguns dias depois, no dia 26 de outubro, o sumiço de equipamentos foi no Departamento de Jornalismo, onde foi constatada a ausência de um monitor.

A sindicância será conduzida pelo juiz auxiliar da Presidência, juiz auxiliar da Presidência, Vitor Guibo, pelo assessor militar do TJ coronel da Polícia Militar Derzi Matias Rodrigues e pelo ajudante de ordem da Presidência do tribunal, major Paulo Rogério de Carvalho. O prazo é de 60 dias para a conclusão.A investigação é sigilosa.

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