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De olho na TV

Após anos em "silêncio", CBN entra no ar

Por Reinaldo Rosa | 27/11/2017 15:40

PROCURA-SE – Presidente do Grupo RCN, Rosário Congro Neto, garantiu à coluna que, a partir desta segunda-feira, “a rádio que toca notícia” entraria no ar. Quem ouviu favor avisar.

JOGAR TOALHA – Festival tradicional, que provoca expectativa de efetiva participação de cantores e produtores culturais regionais foi cancelado. Sem incentivo de emissoras de comunicação e outras agendas oficiais de apresentações, há cantores consagrados procurando –e/ou atuando- no mercado informal para conseguir ‘o leite das crianças’.

ONDE A BANDA TOCA – Até mesmo expoentes da música guaicuru não têm vida fácil na divulgação de seus trabalhos em Mato Grosso do Sul. Ninguém sabe ninguém viu agenda de show anunciando apresentações de Geraldo Espíndola para os próximos meses.

FALOU MAIS ALTO – Rede Globo exige que contratados, que se aventurarão nas eleições de 2018, deixem a emissora até dezembro próximo. Dispensar altos salários e cachês por participações em comerciais promoveram o recuo do homem do Caldeirão, da emissora.

DESLUMBRADO – Luciano Huck continua com show de paternalismo aos espectadores; anunciou que não se candidatará à presidência da república das bananas. ‘Cabeças Pretas’ de possíveis partidos do moço anteciparam discórdias e ciumeira geral. Melhor não.

COPY DESK – Correção para jornalistas que citam “Elis Regina, que morreu de overdose de cocaína...”. Na década de 70 a cantora namorava um advogado implacável censor dos métodos do legista Harry Shibata, do IML, de São Paulo. Acusação: a de falsificar laudos e atestados de óbitos para esconder torturas e mortes no regime militar.

O TROCO – Emitir laudo informando “morte por uso de cocaína” foi o veredito de Shibata para atingir o advogado acusador. “Nunca vi Elis cheirando pó perto de mim e sabia o quanto ela abominava a praga”, relata Rita Lee no livro ‘Uma Autobiografia’.

FRYDAY RISADA – Loja de calçados da Rua 14 de julho inovou. 50% de desconto em par de sapatos nº 36. O número 38 custa o dobro do anunciado. Alegação da vendedora: “o 36 sai menos”. Simples assim.

VC NA COLUNA – “Qual será a novidade em 107,1 MHz? Será alguma rede de Rádio pra concorrer diretamente com a CBN e a futura nova Rádio Globo?”. Gilson de Oliveira Cano

VC NA COLUNA II – “Parabéns pela coluna. Em cima do lance”. Ricardo Paredes