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Campo Grande, Quinta-feira, 18 de Abril de 2019

13/03/2019 21:59

Clientes se empolgam, mas TV vendida por R$ 1,00 era "fake news"

Adriano Fernandes e Geyse Garnes
O primeiro anúncio publicado não continha a imagem, apenas a legenda. (Foto: Reprodução/Facebook) O primeiro anúncio publicado não continha a imagem, apenas a legenda. (Foto: Reprodução/Facebook)

Um anúncio feito pelo Facebook em que uma smart tv estava sendo vendida por apenas R$ 1,00 na loja da Magazine Luiza da Rua 13 de maio, no Centro, resultou em frustração para um vendedor, de 48 anos, e outros três colegas, nestaquinta-feira (13).

Ao chegarem ao local, ansiosos para comprarem os televisores a empresa explicou que o post, se tratou de um “erro operacional” e que a promoção era bem diferente do que foi postado na rede social.

“O gerente explicou que foi um erro de postagem e que não podia vender o produto pelo preço anunciado. Chegou a ligar para o Procon”, lamentou o vendedor, que preferiu não se identificar. 

Esta tarde (13) de fato o perfil da loja anunciou o “Plantão de ofertas!!! Inacreditável SMART TV POR R$ 1,00”, porém o post não carregou uma imagem que explicava justamente o regulamento da promoção.

Errata publicada na página da empresa. (Foto: Reprodução/Facebook) Errata publicada na página da empresa. (Foto: Reprodução/Facebook)

No anúncio inicial era para estar descrito que o cliente até poderia levar para casa uma TV de 32 polegadas por mais R$ 1,00, mas caso tivesse comprado uma smart tv de 65 polegadas 4K e que custa em média R$ 4,7 mil.

A situação, segundo a gerência da loja, ocorreu devido à instabilidade que durante toda a tarde afetou o Facebook e também o Instagram e o WhatsApp, pelo mundo. O problema, inclusive, ocorre até o momento.

“Era para imagem com o regulamento ter sido carregada junto com a descrição, mas por conta da instabilidade o que foi publicado foi apenas a legenda com o anúncio de R$ 1,00”, explicou o gerente da unidade, Alisson Magalhães Neto.

Ou seja, restou aos clientes irem embora de mãos abanando. Segundo o superintendente do Procon-MS, Marcelo Salomão, quando existe uma discrepância muito alta entre o valor de mercado e valor publicitário anunciado errado, o estabelecimento não é obrigado a vender o produto pelo valor. 

“Contanto que ele publique uma errata esclarecendo toda a situação e que fique claro que não agiu de má fé”, ressalta. A medida foi adotada pela empresa que refez a postagem e explicou em nota que o anúncio “não se tratava de propaganda enganosa e sim de um erro operacional”.

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