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Com custo de vida em alta, onde você mais tem economizado?

Campo Grande News quer saber onde o consumidor tem cortado gastos para suprir orçamento

Por Silvia Frias | 28/08/2026 07:47
Com custo de vida em alta, onde você mais tem economizado?
Preço dos alimentos costuma pressionar inflação e impactar no bolso do consumidor (Foto/Arquivo)

Supermercado, conta de luz, combustível ou lazer? Com os preços acumulando alta ao longo do ano, a enquete do Campo Grande News desta sexta-feira (28) quer saber: com o custo de vida atual, em que você mais tem tentado economizar?

RESUMO

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Com a inflação acumulada em 4,44% nos 12 meses até julho de 2026, segundo o IBGE, o orçamento dos brasileiros segue pressionado. Em Campo Grande, a alta chega a 4,60% no mesmo período. Em julho, os custos de habitação subiram 1,9%, com energia elétrica 4,62% mais cara, enquanto alimentos recuaram 1,49%. Combustíveis tiveram redução, mas passagens aéreas subiram 14,71%.

Embora a inflação tenha dado sinais recentes de alívio, o orçamento continua pressionado. O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), indicador oficial da inflação, acumulou alta de 3,44% no Brasil entre janeiro e julho de 2026 e de 4,44% nos 12 meses encerrados em julho, segundo o IBGE. No mês, a variação foi de 0,07%.

O dado mais recente, divulgado nesta semana, também apontou desaceleração no curto prazo. O IPCA-15, considerado uma prévia da inflação oficial, teve queda de 0,40% em agosto. Mesmo assim, uma redução mensal não significa que os preços voltaram aos patamares anteriores, apenas que, na média, ficaram menores em relação ao período imediatamente anterior.

Em Campo Grande, o IPCA ficou estável em julho, com variação de 0,00%. No acumulado de 2026, porém, a Capital registra inflação de 4%, enquanto a alta chega a 4,60% em 12 meses.

A estabilidade do índice local escondeu movimentos bem diferentes entre as despesas do dia a dia. Os custos de habitação subiram 1,9% em julho, puxados principalmente pela energia elétrica residencial, que ficou 4,62% mais cara. No sentido contrário, alimentação e bebidas recuaram 1,49%, com quedas expressivas no tomate, na batata-inglesa e no feijão-carioca.

Os combustíveis também deram algum alívio, com redução de 3,80% no etanol, 3,57% no diesel e 1,16% na gasolina. Já as passagens aéreas subiram 14,71% e o transporte por aplicativo ficou 5,46% mais caro no mês.

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