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Doadores de órgãos não pretendem registrar vontade em cartório, aponta enquete

Cartório disponibilizou plataforma de autorização eletrônica de doação de órgãos para aumentar doações

Por Clara Farias | 07/05/2024 07:22
Equipe de médicos realizando transplante de órgãos (Foto: Elza Fíusa/Agência Brasil)
Equipe de médicos realizando transplante de órgãos (Foto: Elza Fíusa/Agência Brasil)

A maioria dos leitores, 54%, diz que é doador de órgãos, mas que não pretende registrar o desejo em cartório. Outros 22% relatam ser doadores e acreditam que é preciso fazer o registro, e há aqueles, 24%, que não são doadores e nem pretendem mudar de ideia. O resultado foi obtido na enquete do Campo Grande News, de segunda-feira (6).

Foi disponibilizada pelos cartórios do Brasil a Aedo (Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos) há um mês. A emissão da declaração é gratuita e dá um respaldo jurídico ao desejo do doador. Com a autorização, caso seja necessário, o médico poderá agir conforme a vontade do paciente e garantir que seja realizada a doação.

No Brasil, 4.447 mil pessoas realizaram a autorização eletrônica neste primeiro mês de uso. Em Mato Grosso do Sul, 40 pessoas se registraram no sistema da Aedo. Esta autorização facilita a doação de órgãos, que é burocratizada pelo desejo da família do paciente. No último ano, havia 106 potenciais doadores no estado, mas 59 famílias não autorizaram o procedimento.

Segundo o Colégio Notarial do Brasil, mais de 42 mil pessoas esperam na fila de transplantes em todo o Brasil. No estado, dos 559 que estão na fila, 376 precisam do transplante de córneas e 183 do transplante de rim.

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