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27/12/2012 06:00

Clima de despedida

A cinco dias da mudança de governo em Campo Grande, o clima é de saudosismo entre servidores que ocupam cargos comissionados. Nas redes sociais, quem trabalha na Prefeitura já fala em tom de despedida dos cargos. Como são duas décadas de governos sucessivos do PMDB, a curiosidade maior é saber quem vai ser aproveitado por Alcides Bernal (PP).

"Normal"
Enquanto participava de agenda pública ontem (26), o prefeito Nelsinho falou dos cerca de 800 cargos comissionados da Prefeitura. Segundo ele, é procedimento normal da mudança de governo que os servidores sejam demitidos. Estará a cargo de Alcides Bernal aproveitar algumas peças ou não, explicou.

Afinando a viola
Integrante do “grupo dos 18” e vereador no quarto mandato, Airton Saraiva (DEM) defendeu que a definição do candidato à presidência da Câmara Municipal seja feita igual ao afinar de um instrumento musical.

No ponto
“Para tocar bem uma viola é preciso afiná-la bem. É igual ao nome do presidente. É preciso discutir para haver consenso”, explicou para defender que a discussão seja ampla no intuito de não haver racha no bloco suprapartidário.

Mulheres são opções
A vereadora Rose Modesto comentou, a poucos dias da eleição para Mesa Diretora do Legislativo, que ela e outras parlamentares, como Thaís Helena e Grazielle Machado, sempre foram opções à presidência. Rose comentou que elas nunca impuseram suas candidaturas.

Novidades?
Integrantes do “grupo dos 18” confirmam que Paulo Pedra, João Rocha, Flávio César e Mário César são os principais nomes do bloco para a presidência. Eles admitem a possibilidade de surgir uma nova opção entre eles, embora considerem a hipótese muito remota.

Decisivo
Outra hipótese pouco provável é o grupo apoiar algum candidato que não esteja no bloco. Edil Albuquerque e Jamal Salém se colocaram como candidatos e mostraram não desistir da empreitada. Nesta quinta, o bloco suprapartidário se reúne e deve praticamente definir o indicado.

Não me meto
O prefeito de Campo Grande, Nelson Trad Filho, já falou várias vezes que não vai interferir na eleição da Mesa do Legislativo da Capital, afirmando que a decisão deve ser dos parlamentares, boa parte deles base de apoio aos seus oito anos de Governo.

Vai sim...
O vice de Nelsinho, Edil Albuquerque, eleito vereador pelo PMDB, deu opinião diferente. Para ele, não só Nelsinho como o governador André Puccinelli podem dar direcionamento político, entre os 21 vereadores eleitos na coligação encabeçada por Edson Giroto, na eleição.

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