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Consumo

Há 13 anos, Paulo roda o Brasil chamando atenção na frente de lojas

Celebridade custa caro, então lojas contratam Paulo Bispo, que hoje é especialista em "marketing presencial"

Por Ângela Kempfer e Suzana Serviam | 30/11/2021 13:35


Paulo é a novidade desta terça-feira no Centro de Campo Grande. Vestido de palhaço, canta, rebola, como tantos outros personagens do tipo que vemos por aí. A diferença é que ele faz isso há 13 anos.

Ele diz que já está com a agenda cheia, inclusive, para o início de 2022. Fica em Campo Grande até sábado, mas depois, segue para inaugurar loja em Três Lagoas. A pandemia foi financeiramente complicada, mas Paulo Bispo, aos 30 anos, voltou a fazer o que gosta: rodar o Brasil chamando atenção em frente de lojas.

Ele está disponível à qualquer marca, basta pagar cachê, hospedagem e alimentação. Assim, começou a carreira em Taubaté (SP). Nascido em Umuarama (PR), no início, era só locutor, chamando clientes para aproveitarem as promoções no comércio. Mas viu que, como ganhava mal, tinha de inventar algo diferente.

"Aí, me especializei em propaganda presencial. Era locutor, mas não queria ser ninguém comum. Criei personagens e fui me especializando. Por isso, gosto de ficar sempre assim: bem vistoso", comenta.

Hoje, além de palhaço, diz que já foi até power ranger. E ele se esforça mesmo para fazer algo diferente dos Homens-Aranhas, Mickeys e outros palhaços que tentam fazer graça e atrair público.

Paulo não conta o valor do cachê, pago por dia, mas diz que agora vive bem. Sucesso no Centro ele é, com muita gente parando para fotos e filmagens.

E ao contrário do que muita gente diz, ele considera o campo-grandense “receptivo. Amei Campo Grande", diz, apesar do suor no rosto em mais um dia de clima quente.

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