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Política

Cinco deixam cargo no governo Riedel para encarar eleições em 2026

Saídas foram definidas após almoço com o governador e ocorrem dentro do prazo de desincompatibilização

Por Jhefferson Gamarra | 30/03/2026 14:28
Cinco deixam cargo no governo Riedel para encarar eleições em 2026
Viviane Luiza, titular da SEC; Marcelo Miranda, titular da Setesc; Jaime Verruck, titular da Semadesc e Frederico Felini, titular da SAD (Foto: Divulgação/Campo Grande News)

O almoço realizado pelo governador Eduardo Riedel (PP) nesta segunda-feira (30) confirmou a saída de integrantes do primeiro escalão do governo de Mato Grosso do Sul que irão disputar as eleições deste ano. Ao todo, quatro nomes deixam suas funções para concorrer a cargos de deputado, dentro do prazo de desincompatibilização, que termina no próximo dia 4 de abril.

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Quatro integrantes do primeiro escalão do governo de Mato Grosso do Sul deixarão seus cargos até 4 de abril para disputar as eleições. Marcelo Miranda, da Setesc, e Fernando Souza, subsecretário, concorrem a deputado estadual. Jaime Verruck, da Semadesc, e Viviane Luiza, da SEC, disputam vagas de deputado federal. Frederico Felini, da SAD, também sai, mas para atuar na estrutura partidária.

Entre os titulares, Marcelo Miranda deixa a Setesc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura) para disputar uma vaga de deputado estadual. Já Jaime Verruck, que comanda a Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), entra na disputa por uma vaga de deputado federal.

Também foi confirmada a saída de Viviane Luiza, titular da SEC (Secretaria de Estado da Cidadania), que irá concorrer ao cargo de deputada federal. No mesmo movimento, Fernando Souza, subsecretário de Políticas Públicas para Povos Originários, deixa o cargo para disputar uma vaga de deputado estadual.

Além deles, o almoço definiu ainda a saída de Frederico Felini da SAD (Secretaria de Estado de Administração). Diferentemente dos demais, ele não será candidato, devendo atuar na organização da estrutura político-partidária.

As mudanças fazem parte das exigências da legislação eleitoral, que determina o afastamento de ocupantes de cargos públicos que pretendem disputar eleições. Com isso, o governo estadual inicia uma reorganização interna nas secretarias atingidas para garantir a continuidade administrativa.