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Política

Em reunião com Puccinelli, bancada do PMDB decide manter apoio a Dilma

Wendell Reis | 08/02/2012 15:37
Governador estará à frente das negociações da bancada em Brasília(Foto:Marlon Ganassin)
Governador estará à frente das negociações da bancada em Brasília(Foto:Marlon Ganassin)

O governador André Puccinelli (PMDB) se reuniu com a bancada de seu partido por mais de uma hora na manhã desta quarta-feira (8), em Brasília. Na pauta da reunião, a relação do partido com o Governo Federal após a crise com a saída de Flávio Britto da superintendência da Funasa (Fundação Nacional de Saúde) em Mato Grosso do Sul.

Após a reunião, que durou mais de uma hora, os peemedebistas decidiram manter o apoio a presidenta Dilma Rousseff (PT), baseando-se na coalizão nacional entre os partidos. Com a decisão, o PMDB do Estado vai continuar sintonizado com o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), votando separado apenas em questões íntimas, como em casos onde envolver religião ou convicção mais íntima.

O coordenador da bancada federal do Estado, deputado Geraldo Resende (PMDB), explica que durante a reunião, com a participação do senador Waldemir Moka e dos deputados Fábio Trad, Edson Giroto e Marçal Filho, ficou decidido que será de responsabilidade do governador a condução da interlocução do partido com o Governo Federal.

O deputado Fábio Trad afirmou que a reunião não abordou a troca de cargos. Segundo Trad, Puccinelli solicitou auxílio dos parlamentares do PMDB e pediu a manutenção do empenho pra conseguir a liberação de recursos para o Estado. Entre as recomendações estão a defesa de uma redistribuição do FPE (Fundo de Participação dos Estados) e empenho para que nenhum recurso seja perdido.

A polêmica e suposto racha entre os partidos começou no dia 20 de janeiro, data da publicação da nomeação de Pedro Teruel (PT) na Funasa, no lugar de Flávio Britto, indicado pelo PMDB. O líder da bancada federal do Estado, deputado Geraldo Resende (PMDB), declarou que a indicação foi uma bofetada no PMDB de Mato Grosso do Sul e prometeu resposta. Já o senador Delcídio Amaral (PT) minimizou a briga e afirmou que se tratava de uma questão pessoal.

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