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Política

Isolado, Chocolate diz que perseguição continua e faz cobranças ao prefeito

Por Kleber Clajus | 06/12/2013 09:00
Clima ainda é de "insegurança" e "perseguição", relembra vereador (Foto: Cleber Gellio / Arquivo)
Clima ainda é de "insegurança" e "perseguição", relembra vereador (Foto: Cleber Gellio / Arquivo)

Mesmo isolado dentro do Partido Progressista, o vereador Waldecy Chocolate (PP), nega a possibilidade de trocar de partido. Contudo, ressalta que o “clima de insegurança” e de “perseguição” continuam dentro da sigla. Ele também cobra explicações do prefeito e dirigente regional do partido, Alcides Bernal, sobre declarações de que teria enterrado seu pai.

“Não é minha intenção trocar de partido, a menos que me expulsem. O cara (Bernal) é imprevisível e às vezes pode procurar meios de me expulsar. Quando demitiu minha esposa, no dia em que votei pela abertura da Comissão Processante, ficou notória a perseguição”, argumenta Chocolate.

As supostas declarações de Bernal feitas a um periódico distribuído na Câmara Municipal também ampliaram o clima de insatisfação do vereador progressista.

“Já solicitei explicações sobre o Bernal ter dito a um jornal que sou ingrato por ele ter enterrado meu pai, que morreu há dez anos. Ele nem conheceu meu pai e agora virou coveiro? É um mentiroso”, comenta ao acrescentar ainda que o vereador e dirigente municipal do PP, Derly dos Reis, o Cazuza, “não deu importância ao caso”.

Aguardando resposta do prefeito sobre a veracidade das declarações, Chocolate garante que até lá “vou ter que abrir um processo contra esse jornal. Não gosto de processo, mas tem coisas que a gente precisa deixar de ficar quieto e agir pela Justiça”.

Por outro lado, o vereador ainda tem fé de que o diálogo com Bernal volte a acontecer “para ver como ficará o futuro”.

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