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Campo Grande, Sábado, 22 de Setembro de 2018

03/04/2018 10:51

Líder do governo na Assembleia retira de pauta reajuste de 3,04%

Deputado Rinaldo Modesto disse que a retirada ocorre porque haverá audiência sobre o assunto nesta tarde

Mayara Bueno e Leonardo Rocha
Líder do governo, deputado Rinaldo Modesto, na tribuna da Assembleia. (Foto: Victor Chileno/ALMS).Líder do governo, deputado Rinaldo Modesto, na tribuna da Assembleia. (Foto: Victor Chileno/ALMS).

O líder do governo de Mato Grosso do Sul na Assembleia Legislativa, deputado Rinaldo Modesto (PSDB), anunciou a retirada do projeto de reajuste da pauta de votação desta terça-feira (dia 3).

De acordo com o parlamentar, a retirada ocorre porque, às 14 horas de hoje, haverá uma audiência pública para discutir negociação salarial dos administrativos de educação. Não teria sentido fazer audiência depois que a proposta fosse aprovada, afirma.

Portanto, o reajuste de 3,04% não será analisado nesta manhã. A votação deve ficar para quarta-feira (dia 3), já que o projeto de lei tramita em regime de urgência.

Servidores da Uems com cartazes e caixão no pátio da Assembleia Legislativa. (Foto: Leonardo Rocha).Servidores da Uems com cartazes e caixão no pátio da Assembleia Legislativa. (Foto: Leonardo Rocha).

Protesto - Pelo menos 60 técnicos administrativos da Uems (Universidade Estadual de MS) estão na casa de leis, esta manhã, para reivindicar reformulação do plano de cargo e carreira e acréscimo salarial de 20%.

De acordo com o presidente do Sintauems (Sindicato dos Técnicos Administrativos da Uems), Rubens Luiz Filho, o salário base da categoria é um dos piores entre as universidades estaduais do País. Técnicos de nível médio recebem R$ 1.619 e os técnicos com nível superior, R$ 2.312. 

Os manifestantes estão com faixas, cartazes e uma espécie de caixão que simula o luto da categoria. No Legislativo estadual também estão servidores administrativos e representantes do Fórum dos Servidores.

O presidente explicou que a categoria está paralisada desde ontem para reivindicar as melhorias. Ele reclamou, ainda, que a negociação com o Estado interrompeu o diálogo há dois dias.

Rinaldo disse que dificilmente o governo dará o reajuste pedido. Além dos técnicos que pedem 20%, o Fórum queria 23%. Segundo o líder, o governo estabeleceu o índice de 3,04% baseado na inflação dos últimos 12 meses.



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