MS vai receber aparelhos de ultrassom de bolso para postos de saúde
Eles poderão examinar de gestantes até crianças e adultos que precisam de avaliação no abdômen, por exemplo

Ata de registro de preço aberta pelo Ministério da Saúde deve garantir a compra de 500 aparelhos de ultrassom de bolso para UBS (Unidade Básica de Saúde). Além da praticidade de serem portáteis e menores em relação aos convencionais, podem ajudar a reduzir filas por exames e evitar o deslocamento de pacientes até outro local onde possam ser examinados.
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Mato Grosso do Sul é um dos 22 estados que receberão. O Campo Grande News questionou hoje (3) quantos a pasta pretende destinar ao Estado, para quais municípios e quais unidades, e aguarda retorno para acrescentar à matéria.
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Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Ceará, São Paulo, Bahia, Pernambuco, Paraíba, Alagoas, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás, Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, além do Distrito Federal, também vão receber.
As empresas que vão vendê-los são a Alfa Med Sistemas Médicos e a VMI Médica. A aquisição custará R$ 12,58 milhões.
Os aparelhos serão entregues entre 60 e 150 dias contados a partir da data de assinatura dos contratos. Cada UBS terá 15 dias para testar o equipamento e emitir um termo de recebimento antes do pagamento.
Quais exames - Os aparelhos poderão fazer exames abdominais, obstétricos e pré-natais, avaliações renais e apoio a bloqueios, identificação de lesões e sangramentos internos. Fora isso, podem dar suporte à avaliação de derrame pleural e lesões musculares, punções e procedimentos guiados por imagem. Os pacientes podem ser adultos e crianças.
"Esse aparelho cabe até no bolso do médico, da enfermeira, que consegue fazer todos os exames fundamentais de ultrassom, desde ver a situação do bebê dentro da barriga da mãe, ver problema de vesícula, fazer ultrassom abdominal, ver como é que está a situação das veias, ver problemas de gânglios, de cistos, de abscessos. E isso lá na própria UBS. Ou seja, aquilo que às vezes a pessoa é encaminhada para fazer um agendamento em um hospital, um centro laboratorial, vai poder ser resolvido na própria Unidade Básica de Saúde", afirmou o ministro Alexandre Padilha.
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