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Campo Grande, Domingo, 26 de Março de 2017

19/01/2016 08:14

Produtividade em tempos de crise

Por José Roberto Marques (*)

Quando falamos em alto desempenho em tempos de crise e falta de credibilidade do cenário econômico, deveríamos refletir em nossa visão de futuro dentro de um prazo de cinco anos, dentro de uma estratégia de ação de um ano e um plano tático imediato de três meses.

O mundo é incerto, significa que não conseguimos prever o futuro. O mundo é complexo, não é fácil. Tudo é muito ambíguo, vamos para direita ou para esquerda num passe de mágica. A luz e a sombra se complementam. Nesse momento me conecto, infelizmente com nossas últimas eleições, escolhemos de forma ruim ou horrível. O que nos consola que o ruim é menor do que o horrível, e eu prefiro acreditar que foi uma escolha apenas ruim.

O mundo trabalha por processos, você antigamente implementava um sistema e tinha resultado garantido. Antes achávamos o molde, duplicávamos muito fácil e tudo funcionava perfeitamente. Em 2000 começou a explosão da tecnologia, coisas imprevisíveis, informações que as pessoas não tinham, o mercado imobiliário nos EUA ficou maluco, e hoje 2015, é muito mais complexo e profundo, as organizações são um organismo biológico vivo.

No período pós-guerra a gente sabia que as pessoas queriam mais dinheiro e mais títulos de guerra, de reconhecimento, de status e poder. As pessoas hoje estão mais interessadas com quem eu passo o tempo do que eu realmente estou fazendo, um mundo se tornou muito mais relacional. As pessoas estão querendo buscar mais desenvolvimento pessoal. As pessoas do terceiro milênio trabalham 16-18 horas por dia e eles querem ser recompensados.

Quanto mais tempo você ficar sendo produtivo mais recompensas você vai ter. Hoje temos mais trabalho com menos pessoas para fazer. Quantos aqui estão sentindo que estão trabalhando muito? Quantos trabalham mais de 8 horas por dia?

Dessas 8-9 horas que trabalhamos por dia quantas horas são realmente produtivas? Existe uma grande diferença de estar produtivo e de estar ocupado. Existe um certo orgulho em estar ocupado. Nossa mentalidade de trabalhar duro e estar ocupado é ser importante.

A empresa não é medida pela agenda das pessoas e sim por suas produtividades. É sempre bom lembrar que uma das necessidades básicas que o IBC compartilha metodologicamente, é que todo ser humano necessita ser notado, reconhecido e ou amado para continuar vivo positivamente.

A função do coach é fazer as pessoas deixar de estar ocupadas para serem produtivas. Muitos treinamentos ensinam as pessoas a ficarem ocupadas de forma diferente, mas não as tornam produtivas. Muitas vezes estamos cansados pelo próprio estresse da quantidade de trabalho que temos de realizar.

(*) José Roberto Marques é criador e presidente do Instituto Brasileiro de Coaching – IBC, fundado em 2007, hoje referência em treinamento e desenvolvimento de pessoas. É lider de mercado com mais de 200.000 pessoas capacitadas. Trata-se de uma instituição que se baseia em práticas exclusivas e científicas para gerar resultados significativos às pessoas e empresas que contratam seus cursos, programas e soluções. Referência em excelência no desenvolvimento humano, o Instituto Brasileiro de Coaching- IBC oferece hoje formação, especialização e treinamento em Coaching; Desenvolvimento e Capacitação de Líderes – Transformação em Leader Coach; Aplicação de Coaching em Pessoas e Empresas, além de Projetos Customizados de Treinamento & Desenvolvimento Humano.

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