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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

02/05/2012 11:09

Cerca de 2 mil assentados participam do "Grito da Terra" em MS

Elverson Cardozo
Assentados se concentraram em frente ao Incra. (Foto: Minamar Júnior)Assentados se concentraram em frente ao Incra. (Foto: Minamar Júnior)

Cerca de 2 mil assentados participaram na manhã desta quarta-feira (2) do grito da terra de Mato Grosso do Sul – uma manifestação que busca a implementação de políticas públicas voltadas para o campo.

A organização do evento é da Fetagri (Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado). Presidente da entidade, Geraldo Teixeira disse que o objetivo principal da manifestação é pedir que o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) cumpra o seu papel.

Segundo o presidente, os assentados pedem a desocupação de terras e reivindicam direitos como o da aposentadoria por idade. Ao BB (Banco do Brasil) a solicitação é pela liberação de recursos do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar).

A Fetagri também pede o fim da paralisação do Incra. Segundo Geraldo Teixeira, o procedimento adotado pelo órgão está prejudicando os assentados, já que as vistorias de verificação da produtividade e avaliação para aquisição de imóveis estão suspensas.

A lista de reivindicações já foi entregue ao Instituto. Entre as principais, a solicitação de aumento de recursos para o programa de ampliação e reforma das habilitações nos assentamentos, a publicação imediata de editais para compra de materiais de habitações e implantações de unidades e postos avançados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) nos municípios.

Secretário de políticas agrárias da Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura), Willian Clementino, de 32 anos, relembra que o movimento parte de uma mobilização nacional que começou em março em todos os assentamentos do Brasil.

No final do mês acontece a mobilização nacional, em Brasília. Hoje, em Campo Grande, o grupo saiu da sede da Fetragi, percorreu a rua Engenheiro Roberto Mange, avenida Salgado Filho, Bandeirantes e a Afonso Pena.

De lá, em carreata, pretendem seguir para a governadoria e Ministério Público. De acordo com o presidente da Fetagri, a mobilização reuniu representantes de aproximadamente 50 municípios do Estado.



Tenho 56 anos e me recordo da minha infância e de meus irmãos,todos trabalhando ainda quando criança na roça.Passamos muita dificuldade, pois naquela época,lembro que ou perdíamos o que plantávamos com chuva ou seca,mas não importava,tínhamos que trabalhar,porque não havia governo que dava terras,sacolões,pagamento para filho estudar.Hoje com tudo isso ainda fazem greve após feriado! Lamentável!
 
Maria Izildinha Fernandes Remijo em 02/05/2012 02:23:22
A REFORMA AGRARIA NO MATO GROSSO DO SUL ESTA PARADA A CULPA NÃO E DO INCRA E DA JUSSSSSTIÇA FEDERALLL E MPF!!!!!!!!
 
antonio ferreira em 02/05/2012 02:18:09
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