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Campo Grande, Sábado, 18 de Agosto de 2018

31/12/2016 21:18

OAB-MS pede rigidez em apuração de caso de policial que matou empresário

Nyelder Rodrigues

A OAB-MS (Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul) afirma que irá acompanhar de perto as investigações sobre o homicídio cometido pelo policial rodoviária federal Ricardo Hyun Su Moon, de 42 anos, na manhã deste sábado (31) em Campo Grande. Ele matou com três tiros o empresário Adriano Correia do Nascimento, de 33 anos.

Uma nota foi emitida pela Comissão de Direitos Humanos e enviada ao delegado responsável pelo caso, João Eduardo Davanço, pedindo que seja realizada uma aprofundada investigação para que o policial seja devidamente responsabilidade.

"Não queremos que o caso caia no esquecimento", conta o presidente da Comissão, Christopher Pinho Ferro Scapinelli. O documento é assinado por ele e também pelo presidente da OAB-MS, Mansour Elias Karmouche.

Conforme a nota, o caso "atinge frontalmente o Estado Democrático de Direito, onde um agente de segurança pública vitimou uma pessoa e atingiu outras duas, aparentemente fora de serviço e com utilização de armamento de propriedade do Governo para uso em serviço".

A Ordem ainda justifica que tal caso configuram afronta aos Direito Humanos, e por isso será acompanhado de perto. Na segunda-feira, será realizada a audiência de custódia na Justiça. Os encontros acontecem a partir das 9h, em ordem de chegada, segundo explica Scapinelli.



A OAB e TODOS advogados sabem que as leis que existem são exatamente perfeitas para atuação deles, mesmo em casos de homicídio com réu confesso ou atrocidades criminosas em geral.
Mas eles querem leis diferentes? Claro que não.
Mas vão pedir rigor na apuração.
Foram rápidos na manifestação desse pedido de rigidez, que gostaria poder ver na mudança de legislação para muitos casos.
Será que eles pensam assim?
 
Adriano em 02/01/2017 08:24:11
Ih...parece até que estamos nos USA...
Rigidez nas apurações?
A lei é fraca, permissiva, condescendente...com criminosos.
Então vejamos:
a- O assassino é da PRF ( mas, isso não dá passaporte para atirar em ninguém desarmado, ainda mais numa discussão de trânsito)
b- é réu primário
c- tem bons antecedentes
d- tem residência fixa
e- É Deus.., ou pensa que é..(usa uma pistola na cintura e atira em quem bem entender..)
e- É a lei... ( dá sete tiros num cidadão como legitima defesa? num antagonista desarmado? Por quê não atirou nos pneus do carro, como exímio atirador da PRF como diz a reportagem) ?
f- Daqui a alguns dias, a noticia cairá no esquecimento, a família está destruída e ele estará solto, ...quiçá em trabalhos burocráticos na PRF...
g- Querem apostar ?
ass .Arnóbio Luiz
 
Barbarossa em 01/01/2017 17:42:50
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