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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

01/04/2011 10:00

Polícia vai ouvir adolescente e testemunhas para esclarecer desaparecimento

Aline dos Santos
Moradores do Jardim Imperial denunciaram desaparecimento de adolescente. (Foto: Simão Nogueira)Moradores do Jardim Imperial denunciaram desaparecimento de adolescente. (Foto: Simão Nogueira)

A DPCA (Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente) vai reinquirir as testemunhas que denunciaram o desaparecimento de um adolescente de 16 anos após abordagem da Cigcoe (Companhia Independente de Gerenciamento de Crises e Operações Especiais).

O “sumiço” do rapaz, ocorrido na noite da última terça-feira, foi denunciado por moradores do Jardim Imperial, e por sua mãe Elizângela dos Santos, de 34 anos, mas ontem ele foi localizado pela Cigcoe na casa de amigos, no Jardim Anache.

De acordo com a delegada Regina de Brito Mota, serão ouvidos o adolescente, a mãe e as duas testemunhas.

A Cigcoe confirmou que foi acionada para ir até o Jardim Imperial atender a uma ocorrência de disparo de arma de fogo. Ao chegarem ao local encontraram um grupo de adolescentes em atitudes suspeitas. Os meninos foram abordados, revistados e liberados porque nada de irregular havia sido encontrado.

Conforme a assessoria de imprensa da PM (Polícia Militar), diante da denúncia de que policiais poderiam ter “desaparecido” com o adolescente, a Cigcoe se empenhou ao máximo para localizar o rapaz e esclarecer a situação.

Ele foi encontrado por volta de meia noite e meia. Da casa dos amigos, ele foi levado para a Corregedoria da PM e depois apresentado no plantão do Cepol, às 4h desta sexta-feira. Em seguida, ele foi liberado pois não tem passagem policial e a única ocorrência relativa ao rapaz era sobre o desaparecimento.

Assessor de imprensa da PM, o coronel Nelson Antônio da Silva explica que a ida para a Corregedoria foi porque a corporação abriu IPM (Inquérito Policial Militar) e o depoimento era necessário para esclarecer o caso. O adolescente informou que nem saiba que estava sendo procurado e não mantém muito contato com a mãe.

Representante da Comissão de Direitos Humanos, o advogado Osvaldo Pimenta de Abreu relata que recebeu uma ligação de madrugada, mas não pode comparecer à Corregedoria. “Como não podia me fazer presente, liguei para a mãe ir até lá”.

Conforme o advogado, as duas testemunhas também foram levadas à Corregedoria para prestar depoimento. “Quando uma testemunha ficou sabendo que o desaparecimento era imputado à Cigcoe, informou que o adolescente poderia ser encontrado no Jardim Anache”. O Campo Grande News tentou entrar em contato com a mãe do adolescente, mas o celular estava desligado.

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Entao ele não poderia comparecer na corregedoria? Se fosse comprovado que foram os policias que tivessem sumido com o "anjinho da mamae",este representante dos direitos humanos estaria lá na corregedoria na mesma hora.
 
Felipe Fernandez em 01/04/2011 10:12:49
Mais uma vez fica demonstrado que a Comissão de Direitos Humanos, não que ver a justiça e SIM as luzes dos holofotes. Sr. Advogado, antes de acusar, lembre-se do principio constitucional da pressunção de inocência. Que sirva de lição aos ilustres representantes desta Comissão.
 
luiz duarte em 01/04/2011 01:00:22
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